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Comitê da Câmara dos EUA divulga relatório que acusa Moraes de censura

Relatório foi feito pela comissão de parlamentares do Partido Republicano, oposição ao governo de Joe Biden

Publicado quarta-feira, 17 de abril de 2024 às 23:57 h | Autor: Da Redação
O texto é divulgado após uma série de críticas do bilionário Elon Musk, dono do X
O texto é divulgado após uma série de críticas do bilionário Elon Musk, dono do X -

O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (EUA) divulgou, nesta quarta-feira, 17, um relatório que aponta supostas censuras do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, envolvendo a rede social X (antigo Twitter) no Brasil.

O documento tem como título “O ataque à liberdade de expressão no exterior e o silêncio do governo Biden: o caso do Brasil”, feito pela comissão de parlamentares do Partido Republicano, oposição ao governo do presidente dos EUA, Joe Biden. O relatório acusa os governos do Brasil e dos Estados Unidos de buscar silenciar críticos nas redes sociais.

O texto é divulgado após uma série de críticas do bilionário Elon Musk, dono do X, contra as decisões de Moraes que determinam a suspensão de contas que divulgarem informações falsas, em especial contra o processo eleitoral brasileiro.

Na esfera brasileira, o comitê cita como opositores do governo afetados pelas medidas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Alan Rick (União Brasil-AC), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e a filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil.

“Moraes censura demandas. Para esse fim, compreender as ameaças representadas pelos anti-liberdade de movimento governos fora do país, o Comitê emitiu um intimação para X Corp. para documentos e registros relacionados aos esforços recentes pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelo Supremo Tribunal Federal no Brasil para obrigar X censurar meios de comunicação social no país”, destaca trecho do documento.

O colegiado também solicitou todos os documentos e comunicações entre o Departamento de Estado e o governo brasileiro sobre as ordens, demandas ou mandados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do STF relacionados à suspensão ou remoção de contras do X.

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