MUDANÇA
O Kannalha avalia nova geração do pagodão baiano
Cantor baiano se apresentou durante o Baile da Santinha, nesta sexta-feira, 9

Por Dara Medeiros | Portal MASSA!

O cantor baiano O Kannalha acumula em sua trajetória inúmeras quebras de paradigmas. Com um jeito ousado e inovador, o artista revelou ao MASSA! que o segredo para alcançar o público nacional sem perder a essência do pagodão está muito além do 'molho'.
Responsável por abrir o Baile da Santinha de 2026, na noite desta sexta-feira (9), O Kannalha declarou que tem unido a fé, o trabalho árduo e uma boa equipe para ter crescido profissionalmente de forma tão expressiva nos últimos tempos.
"A primeira coisa que eu vou citar é a fé, né? É a ancestralidade que tem me guiado, tem me dado caminhos abertos para poder passar com proteção, com cobertura. Eu sou muito grato aos Orixás e a força maior, a Deus, por colocar meus pés tão firmes em lugares tão certos. E muito trabalho, muito trabalho", declarou.
Dono de hits como 'Fraquinha', 'Nego Doce' e 'O Baiano Tem O Molho', o cantor se destaca entre outros pagodeiros da nova geração por seguir uma estratégia diferente.
"Nossa equipe se dedica bastante, a gente tenta fazer nosso trampo com direcionamento um pouco diferente do que todo mundo quer fazer ou esrá fazendo no momento, e tem trazido resultados muito positivos pra gente", pontuou ele.
O Kannalha quer manter o coração humilde
O Kannalha não gosta muito do termo 'furar a bolha' e nem quer perder o coração humilde. Ele sente que colhe os frutos semeados por outros artistas da Bahia que fundaram o pagodão.
"A galera fala de furar a bolha, né? De ir pra outros lugares, assim e tal... Mas eu não vejo assim muito como furar a bolha, eu acho que é mais poder da Bahia, transportando mais um porta-voz, porque eu acho que o pagode em si, ele já furou essa bolha mundial já", disparou.
Espero só mesmo ser mais um porta-voz dessa nova geração e poder dar andamento de uma forma positiva e que venha cativar as pessoas também com muita alegria
"O pagode está presente no Brasil inteiro há muito tempo, com Léo [Santana], Márcio Vitor, Tony Salles, Flavinho, vários nomes que eu vou citar aqui, que merecem todo o respeito que vieram antes de mim e capinaram esse terreno pra gente poder chegar", concluiu.
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