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Especialistas falam sobre caso de morte após uso de alisante

Publicado sábado, 04 de janeiro de 2014 às 12:16 h | Atualizado em 21/01/2021, 00:00 | Autor: Da Redação
Cabeleireira Vanda Oliveira
Cabeleireira Vanda Oliveira -
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A morte de Maria Cleide Lopes da Silva, após a aplicação de um alisante e relaxante para cabelos, da marca Salon Line, nos cabelos, em Barreiras, no oeste baiano, foi assunto na última sexta-feira, 3, entre cabeleireiros e dermatologistas de Salvador.

Segundo a médica Pretusca Pirajá, do Instituto de Dermatologia e Alergia da Bahia, a ocorrência de morte não é comum, mas pode acontecer em alérgicos. "Uma pessoa pode usar um produto durante 20 anos e não sentir nada. Mas, se for alérgica, terá uma reação em algum momento", afirma.

A dermatologista também chama a atenção para a negligência na aplicação de produtos químicos por alguns cabeleireiros: "Geralmente, a cliente nem sabe quais substâncias compõem o produto".

Efeitos colaterais

Profissional há 35 anos e dona de salão em Brotas, Vanda Oliveira afirma que a substância usada pela dona de casa de Barreiras provoca efeitos colaterais leves: "O máximo que pode acontecer são queimaduras leves no couro cabeludo ou queda capilar".

O cabeleireiro Carlos Fontes diz ser comum a cliente mentir sobre o histórico de química: "Nesse caso, a culpa não é do cabeleireiro". "É possível identificar  se o cabelo passou pelo processo e indicar outro produto se preciso", afirma o também cabeleireiro Ruy Ribeiro.

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