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OLHAR RUBRO-NEGRO

Faltam 34 pontos

Por Jornalista l [email protected]

08/06/2018 - 7:30 h

O momento atual do Vitória em campo não dá margem para que exijamos boas atuações. Importante, por ora, é vencer e se afastar da zona de rebaixamento. Os três pontos eram vitais contra a Chapecoense, independente do rendimento. Era vencer ou se afundar ainda mais na crise. Eles vieram, aliviando um pouco a pressão na Toca. Sim, o time segue desarrumado, sem brilho e com futebol abaixo do desejável. Como conjunto, uma lástima. Mas deixa para cobrar com mais força após a parada de 36 dias que terá durante a Copa do Mundo. O foco agora é pontuar o máximo possível.

Antes do recesso, o Vitória tem duas paradas duras. Corinthians e São Paulo, fora de casa. Sinceramente, qualquer ponto obtido será lucro. Aliás, quem montou essa tabela caprichou na maldade. Dos 12 jogos pré-Copa, o Leão tem somente cinco no Barradão, já realizados, e sete fora de casa. Das partidas como visitante, pegou uma programação com duas sequências de dois jogos seguidos longe de Salvador, o que sempre é complicado. Não houve tal sequência em casa.

A primeira foi em Minas, onde perdeu para Atlético e América. Agora, a série é em São Paulo, onde o Vitória costuma sucumbir. Contra os quatro grandes daquele estado na casa deles, o rubro-negro só venceu uma vez em quatro décadas de Brasileirão. Quebrou esse triste tabu ano passado, ao bater o Corinthians, no Itaquerão. Nada indica a repetição da proeza nas duas partidas que virão na "Terra da Garoa". Portanto, reitero: qualquer pontinho lá será surpreendente e bem-vindo.

São partidas que entram na cota de descartáveis, em um planejamento realista e ajustado à flagrante limitação do time. Do mesmo modo, ao enfrentar adversários que nitidamente estão na disputa apenas para não cair, como é o nosso caso, o Vitória não deve perder pontos, em especial, quando joga em casa. Será a situação da partida imediatamente após a parada da Copa, quando receberemos o Paraná, dia 18 de julho. Se vencer em São Paulo é improvável, bater o time paranaense é uma imposição.

Luta contra a degola

A Série A ainda está no início, mas o que se desenha é a luta contra a degola pelo terceiro ano seguido. Em 2016 e 2017, escapamos na última rodada, ocupando a derradeira colocação libertadora, o 16º lugar. Nesses dois anos, com 12 rodadas disputadas, o Vitória se encontrava com 15 e 12 pontos ganhos, respectivamente. Tomando por base a pontuação de 45 pontos em 38 jogos para fugir da queda e fazendo uma proporção simples, seriam necessários 14 pontos em 12 jogos para estar na média que garante boa chance de permanência. É a meta a atingir antes da folga.

Para sofrer menos no retorno do Brasileirão, é preciso mudar. No que tange às peças, a mudança iniciou quarta e já mostrou resultado. Com volantes e laterais diferentes, o time fez a primeira partida sem sofrer gols. Ajustar a defesa deve ser mesmo o foco. Em 2016, o Vitória teve a quarta pior. Em 2017, foi a equipe mais vazada ao lado do Sport. Esse ano, repete a liderança nesse ranking. Quando verificamos que o time figurou entre os melhores ataques de 2016 e 2017, mantendo essa pegada em 2018, fica fácil achar a deficiência mais gritante. Fechar a porteira aberta lidera a pauta de prioridades, embora seja claro que os problemas do Leão vão além da defesa e muito além do campo de jogo.

Saudações Rubro-Negras, hoje e sempre!

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