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OPINIÃO

A juventude protegida

Editorial de A TARDE deste sábado, 17

Redação

Por Redação

17/01/2026 - 4:28 h
Imagem ilustrativa da imagem A juventude protegida
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Toda iniciativa capaz de suprir, mesmo provisoriamente, as lacunas morais de formação da cidadania, deve ser saudada, até com entusiasmo. É o caso da recém-lançada nova edição do movimento nacional visando proteger crianças e adolescentes no Carnaval e festas populares.

Duas questões poderiam conduzir o trabalho: não cansa nem envergonha viver atacando quem não pode se defender? Quando vamos começar a cumprir a lei? Já há ordenamento jurídico pátrio suficiente abordando a matéria, desde leis municipais ao estatuto criado, estrito senso, para esta faixa etária.

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Mas assim como há leis, proporcionalmente há indiferença ou desconhecimento de fração considerável do povo, como se anarquia fosse aceitável. Portanto, está valendo a iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, posicionando o governo federal, uma vez mais, do lado do povo brasileiro.

Na Bahia, o monitoramento e orientação começam antecipadamente, acompanhando o calendário de festas populares de verão – já tivemos o dia 4 de dezembro, com Iansã/Santa Bárbara, e agora a Lavagem do Bonfim. A estratégia ministerial une os poderes de comunicação pública, mobilização social, inovação tecnológica e presença institucional qualificada.

Chamada oficialmente Pule, Brinque e Cuide – Unidos pela proteção de crianças e adolescentes, a campanha opera nas dimensões da ideologia e do livre pensar. O pressuposto tomado como marco zero admite o fato de as pessoas estarem a todo instante fazendo escolhas de como querem viver, portanto, podem deliberar por proteger, em vez de agredir meninas e meninos.

Aí entra o trabalho das equipes servidoras ao Poder Público, ao pensarem meios de abrir os olhos e iluminar as consciências de quem anda vacilando ao descuidar de seu próprio futuro, representado pela juventude. Embora seja impossível calcular o efeito da campanha, do tipo imune a quantitativos, é correto formar crença no enfrentamento das violações de direitos.

Basta de abuso, exploração sexual, trabalho infantil e outros crimes impunes.

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