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EDITORIAL

Editorial - Pista escorregadia

Confira o editorial do Grupo A TARDE desta terça-feira

Por Editorial

05/09/2023 - 5:30 h
Praça de pedágio da Via Bahia BR 324, Simões Filho
Praça de pedágio da Via Bahia BR 324, Simões Filho -

Os serviços prestados pela concessionária Via Bahia estão distantes de agradar a quem trafega pelas rodovias, ao contrário, crescem as queixas relacionadas à conservação, entre outros cuidados previstos em contrato.

As críticas encontram eco nas reclamações diuturnas de contribuintes insatisfeitos com as constantes dificuldades de chegar aos destinos, transformando-se as viagens de travessias tranquilas em desassossegadas aventuras.

É preciso encontrar um caminho de fiscalizar, cobrar e punir o descumprimento dos deveres, em método capaz de viabilizar o conserto das estratégias de rotina, até então de efeito duvidoso.

Enquanto não se encontra tática de funcionamento correto, vereadores de Salvador analisam oportunidade de instalar uma Comissão Especial de Inquérito a fim de verificar os defeitos registrados nas rodovias federais 116 e 324.

Como agravante, são elas de fluxo intenso, uma das quais ligando com destaque para municípios da região Sul, enquanto a outra responde como passagem obrigatória na condição de principal entroncamento rodoviário do Nordeste do país.

A pressão chega pelas queixas de moradores, como os do Bosque Imperial de Inema e do Loteamento das Mangueiras, ao cobrarem dos edis uma maior participação a fim de evitar a continuidade da indesejada ineficiência.

Tramita, em acréscimos, na Assembleia Legislativa, pedido de apuração junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres a fim de contornar os graves problemas, com impacto para a logística e a movimentação da economia.

Em Brasília, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara escutou a narrativa das irregularidades coletadas pela assessoria do presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), conhecido por Quinho de Belo Campo.

Alegam, por sua vez, os empresários da concessionária, o enfrentamento dos desequilíbrios financeiros, em razão de falta de revisão contratual, suposta causa da dificuldade de gestão, além de incertezas quanto à ampliação e futura melhoria das pistas.

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