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OPINIÃO

Em defesa das mulheres

Confira o editorial do jornal A TARDE deste sábado, 21

Redação

Por Redação

21/03/2026 - 6:35 h

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O Projeto de Lei 2.942/2024 determina a aplicação imediata da medida quando ficar comprovada a violência doméstica, ou sua tentativa
O Projeto de Lei 2.942/2024 determina a aplicação imediata da medida quando ficar comprovada a violência doméstica, ou sua tentativa -

Diante da escalada de crimes contra a mulher, notadamente os feminicídios, o Estado brasileiro vem sendo desafiado a buscar medidas protetivas rápidas. A mais recente delas é a imposição do uso de tornozeleira eletrônica por parte de potenciais agressores, servindo o equipamento para tentar inibir o suspeito.

O objetivo é proteger, além das mães, as crianças, pois não raro também a prole se vê ameaçada por desvairados prontos a cometer a próxima insanidade. O Projeto de Lei 2.942/2024 determina a aplicação imediata da medida quando ficar comprovada a violência doméstica, ou sua tentativa.

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O texto concede o poder de autorização a delegados em municípios sem juiz e amplia os recursos públicos direcionados à compra de equipamentos. Este aspecto sugere uma maior atenção, pois o cálculo do número de homens a vigiar pode ficar maior em relação à capacidade das fábricas de tornozeleiras. Aprovada sem mudanças pelo Senado, agora a proposta segue para a sanção de Luiz Inácio Lula da Silva, empenhando-se o presidente a reduzir a estatística.

O movimento escapa ao controle, voltando-se em perspectiva de aniquilação de gênero, em processo de extermínio jamais experimentado na história do Brasil. Cabe às pesquisadoras das ciências humanas investigar as causas do absurdo, embora já se tenha como pista do gatilho as narrativas oficiais de depreciação.

Entre 2019 a 2022, o então presidente da República, hoje presidiário por tentar golpe de estado, lamentou ter fraquejado ao ter uma filha, entre outras sandices. Coincidiu a expansão da barbárie com o discurso de ódio, acrescentando-se à carga de preconceito o incentivo ao uso de armas de fogo.

Um sintoma da doentia tendência, servindo de confissão, é o fato de o PL, partido autoproclamado conservador e de direita, não se envolver com a questão. Preferem os integrantes da agremiação discutir a pertinência ou não da eleição da deputada trans Erika Hilton para presidir a Comissão de Mulheres.

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combate ao feminícidio feminicídio Lula

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