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OPINIÃO

Liberdade artificial

Editorial de A TARDE deste sábado, 24

Redação

Por Redação

24/01/2026 - 1:04 h
Imagem ilustrativa da imagem Liberdade artificial
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Liberdade é fazer o que se quer; é seguir uma lei ou diretriz, quando se participa de sua elaboração; é ter o controle racional sobre os impulsos; ou simplesmente ser livre é cumprir a pena de escolher como se quer viver, sem nenhuma certeza absoluta se um dia algo vai dar certo. Diversas são as concepções do ser-livre, a cada oportunidade de repensar o precioso verbete nos contextos oferecidos ultimamente pelo convívio digital.

Agora, a rede social X e a inteligência artificial Grok têm sete dias para impedirem a criação de pornografia infantil e intimidades sem consentimento. Essa é uma decisão conjunta da Agência Nacional de Proteção de Dados, do Ministério Público Federal e da Secretaria Nacional do Consumidor. A notícia-crime está fundamentada em denúncias da deputada Erika Hilton.

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Caso o X e o Grok não cumpram, estarão sujeitos às punições judiciais e administrativas. Em outras palavras: multa, suspensão e a derrubada dos serviços no Brasil. Uma vitória a ser celebrada por quem entende a liberdade como um atributo a ser protegido diante de excessos cometidos pelo abuso das máquinas.

Por tabela, vale destacar a importância de as instituições brasileiras seguirem firmes na defesa das mulheres e crianças do nosso País. Mesmo aos persistentes na mania de associar a liberdade humana ao contexto das savanas, é inadmissível aceitar o lucro com pornografia infantil, além do sequestro de imagens visando construir obscenidade artificial.

A questão da liberdade está no centro do debate, pois há uma audiência convencida em seguir a ideia tosca de não aceitar limites quando se está em convívio, terminando por causar danos a crianças e pessoas indefesas ao caírem nas arapucas virtuais.

Este argumento primitivo está na base de sustentação de uma visão liberal capaz de produzir a metamorfose das potenciais divergências para os necessários conflitos. A medida punitiva, portanto, não é apenas contra uma ou outra IA; serve de futuro, como referência para as próximas restrições digitais.

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