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O Pix mais seguro

A atenção do Banco Central, ao baixar as novas diretrizes, é proporcional à importância do Pix, uma criação brasileira

Redação
Por Redação
Imagem ilustrativa da imagem O Pix mais seguro
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Aumentar a sensação de segurança nas transferências de dinheiro pela internet é uma condição necessária para a confiabilidade do sistema Pix. Finalmente, um pacote de ações consistentes vai ajudar a reverter golpes praticados pelos salteadores digitais, mais salientes a cada conexão.

As medidas não cancelam, no entanto, o método da prudência como melhor preservativo das contas se as queremos imunes ao contágio de vigaristas. As precauções e os cuidados de si continuam no topo entre as boas medidas de autoproteção, mas se a defesa estiver em linha, agora há melhor cobertura.

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A atenção do Banco Central, ao baixar as novas diretrizes, é proporcional à importância do Pix, uma criação brasileira, em desenvolvimento incessante. O nome é uma corruptela da palavra pixel, menor unidade das imagens, o pontinho capaz de, junto a muitos outros, transmitir a sensação de um cenário.

Portanto, cabe também pensar em metáfora, pois cada transação funciona como um pontinho, desenhando o movimento da economia do País. Simples, fácil de lembrar e associado à ideia de velocidade, o Pix logo caiu no gosto do povo – e também dos espertos demais.

As mudanças cautelares estão valendo para todos os agentes do sistema bancário, conforme avisou a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). É fácil de entender como funciona a devolução de extravios e subtrações. Comprovando-se a fraude, o estorno é autorizado mais rápido para a conta da vítima. O Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0) permite rastrear os recursos e compartilhar as informações com instituições financeiras envolvidas.

A primeira fase é a da notificação: a vítima aciona o mecanismo junto ao banco. Depois, a conta receptora é bloqueada por até uma semana para análise. O dinheiro pode retornar à conta da vítima em quatro dias.

Acabou a estratégia de espalhar o produto do surrupio em diversas contas, pois todas elas serão verificadas. Não apenas os pequenos cibermeliantes serão melhor vigiados, como também quem promove operações fraudulentas de maior porte.

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Tags

autoproteção banco central golpes digitais segurança financeira sistema Pix transferências eletrônicas

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