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OPINIÃO

Seriedade na saúde

Confira o Editorial desta quinta-feira

Redação
Por Redação
| Atualizada em

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Imagem ilustrativa da imagem Seriedade na saúde
- Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Cuidar da saúde da população, tendo como meta a defesa da vida, distingue um governo do bem. O Brasil defende seu povo ao investir R$ 12 milhões no controle da doença de Chagas, transmitida pelo inseto barbeiro. Na Bahia, a proteção das pessoas chega a Caturama, Iraquara, Mulungu do Morro, Novo Horizonte, Riachão das Neves, Tremedal, Wagner e Wanderley.

O avanço no combate à enfermidade une duas frentes, cada qual em seu tempo próprio, uma complementando a outra, como jogam os times entrosados. Tão rápidas quanto a identificação de novos focos da doença, as respostas à infecção onde o barbeiro faz morada vão evitar a proliferação dos casos. Já a ciência depende de captura e monitoramento de vetores visando novas descobertas para derrotar o inseto.

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Somente nos primeiros dois meses deste ano, 377 pessoas tiveram diagnóstico confirmado e nem mesmo Salvador livrou-se da estatística, com dez enfermos. Os gráficos podem sinalizar uma expansão da doença, para quem esquece da necessária análise qualitativa – os números jamais falam por si mesmos. Assim, o reforço nas equipes de campo tem contribuído para aproximar de um perfil fidedigno o censo de pacientes, antes invisíveis para as lentes do Estado.

Além do benefício geral de traçar um quadro correspondente à realidade, o trabalho salva vidas porque a doença é descoberta no prazo para ser tratada. A doença de chagas ataca o coração em dois gêneros, o agudo, logo após a infecção, e o crônico, quando os sintomas aparecem, anos depois do contágio. A enfermidade vai se instalando, pari passu à escalada da angústia de finitude, presentes na insuficiência cardíaca, edemas nas pernas e falta de ar.

Infelizmente, não é raro ocorrer a morte súbita por causa da sobrecarga no sistema circulatório, produzindo sensação de cansaço crescente no portador. A tendência de reduzir ocorrências é previsível devido ao compromisso do governo atual com a proteção da cidadania.

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