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INVESTIGAÇÃO

Ex-percussionista baiano é um dos mortos após ataque com fuzil

Natural de Salvador, Etevaldo era percussionista e fazia parte do projeto social Batikum Afro

Leilane Teixeira
Por

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Etevaldo participava ativamente dos ensaios e gostava de compartilhar lembranças da Bahia
Etevaldo participava ativamente dos ensaios e gostava de compartilhar lembranças da Bahia -

Um dos homens mortos no ataque a tiros de fuzil ocorrido na madrugada desta sexta-feira, 17, na zona norte do Rio de Janeiro, foi identificado como Etevaldo, também conhecido como Bahia. Natural de Salvador, ele era percussionista e fazia parte do projeto social Batikum Afro, que promove oficinas de música afro-brasileira em comunidades da região.

De acordo com Luccas Xaxará, diretor do projeto, Etevaldo participava ativamente dos ensaios e gostava de compartilhar lembranças da Bahia.

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Situação de rua

O percussionista vivia havia muitos anos sob um viaduto nas proximidades do metrô de Irajá e enfrentava limitações de mobilidade após sofrer AVCs. Segundo Luccas, apesar das dificuldades, continuava a cantar nas apresentações do projeto e era querido pelos moradores da região.

Sem documentos, Etevaldo ainda não teve a família localizada. Integrantes do Batikum Afro estão mobilizados para encontrar parentes e garantir que ele tenha um sepultamento digno.

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O ataque

De acordo com informações da Polícia Militar, dois homens morreram e um terceiro ficou gravemente ferido após serem atingidos por disparos de fuzil na Avenida Pastor Martin Luther King Júnior, em frente à estação de metrô de Irajá.

Testemunhas relataram que, por volta das 4h da manhã, um carro parou no local e os ocupantes efetuaram diversos disparos contra as vítimas, que viviam em situação de rua e dormiam sob a marquise da estação.

Equipes do 41º BPM (Irajá) foram acionadas e encontraram dois homens já sem vida. O terceiro foi socorrido em estado grave e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que ainda apura a motivação do crime.

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Tags:

Bahia Batikum Afro Cultura Irajá música Polícia Civil Rio de Janeiro situação de rua violência

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