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POLÍTICA

Ao lado de Bolsonaro na Bahia, Roma adota tom de campanha e opõe "romaria" a "vagareza"

Rodrigo Aguiar

Por Rodrigo Aguiar

03/09/2021 - 16:33 h
Possível candidato em 2022, ministro participou de comitiva presidencial em solenidade em Tinhaçu | Foto: Júlio Dutra | Divulgação
Possível candidato em 2022, ministro participou de comitiva presidencial em solenidade em Tinhaçu | Foto: Júlio Dutra | Divulgação -

Em cerimônia ao lado do presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira, 3, em Tinhaçu, no sudoeste baiano, o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), adotou tom de campanha, ao criticar os governos do PT no estado e defender as ações do governo federal.

Ex-braço direito de ACM Neto (DEM) na prefeitura de Salvador, o deputado federal licenciado é especulado como possível candidato ao governo da Bahia em 2022.

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Antes de chegar ao município, onde foi assinado contrato de concessão do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), o ministro fez uma provocação no Twitter, com trocadilhos com o próprio nome e dos adversários locais. "Agora é assim, nossa romaria põe pra moer e a Bahia pra acontecer! Não adianta correria com vagareza", escreveu Roma, com referências ao apelido que Rui Costa (PT) começou a usar ainda como candidato em 2014 e também à forma como os opositores se referiam a Jaques Wagner (PT) durante a sua gestão. O petista é pré-candidato ao governo.

Ao discursar na solenidade, o ministro afirmou que Bolsonaro "tem feito muito, e pela Bahia muito mais". "Tem tido muito carinho com o povo baiano. Tem destravado obras que eram verdadeiros monumentos ao descaso, que estavam se arrastando por décadas. Por que não fizeram se tiveram tanto tempo no governo federal e no governo do Estado? A Bahia cansou de propaganda. A Bahia quer providências, quer o tangível, quer transformar a realidade do nosso povo", disse Roma.

"As pessoas precisam do governo junto no seu dia a dia, para cada vez mais andar com dignidade, respeito ao próximo e com a liberdade que o nosso Brasil inspira a cada cidadão. E com orgulho dessa nossa nação. Vamos juntos, cada brasileiro e brasileira, que quer amar esse Brasil, ter orgulho dele e não vergonha. E vamos juntos com o presidente Bolsonaro transformar a realidade daqueles que mais precisam", acrescentou o ministro.

Comitiva - Na comitiva que viajou junto com Bolsonaro, estavam os deputados federais baianos João Bacelar (PL), vice-líder do governo no Congresso, e Paulo Azi, presidente do DEM na Bahia.

A presença de Azi no grupo foi ironizada pelo presidente do PT na Bahia, Éden Valadares. “Bolsonaro chega à Bahia com o presidente do DEM a tiracolo e surpreende um total de zero pessoas. Não adianta ACM Neto falar em independência, fingir ser o que não é. O povo não é bobo e está vendo tudo. A sociedade sabe quem se opõe a esse governo e quem apoia, dá sustentação e é igualmente responsável pelo desemprego, pela alta da inflação, pelo preço dos alimentos e a volta da fome”, disse o petista.

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