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ASSÉDIO ELEITORAL

Petrobrás é acusada de praticar abuso eleitoral contra funcionários

FUP afirma que trabalhadores estão sendo impedidos de entrar com adesivos do PT em carros

Da Redação

Por Da Redação

20/10/2022 - 16:08 h | Atualizada em 20/10/2022 - 16:24

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Petrobrás é acusada de praticar abuso eleitoral contra funcionários
Petrobrás é acusada de praticar abuso eleitoral contra funcionários -

A empresa Petrobrás está sendo acusada de praticar abuso eleitoral contra funcionários. Segundo documento divulgado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), trabalhadores estão sendo vítimas de discriminação eleitoral. A nota afirma que profissionais com adesivos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de partidos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL) estão sendo impedidos de entrar com o carro nas unidades da instituição.

De acordo com o comunicado, portadores de bandeiras do Brasil não estão sofrendo o mesmo constrangimento. A empresa alega que “o verde-amarelo” é uma representação do símbolo nacional.

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O coordenador da FUP, Deybid Bacelar, falou sobre a diferença de tratamento dentro da Petrobrás. “Proibir a entrada de automóveis com adesivos de somente um candidato trata-se de característico caso de odioso assédio eleitoral, em benefício de outra candidatura. O que serve para Chico, serve para Francisco”, disse.

Na Bahia, a antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam), atualmente propriedade da empresa Acelen, em São Francisco do Conde (BA), proibiu os funcionários de entrar com adesivos do ex-presidente Lula no capacete e no uniforme. O mesmo aconteceu na Refinaria de Paulínia (Replan, SP).

Surpreendido por seguranças, um funcionário que preferiu não se identificar afirmou que as medidas eram baseadas no código de ética da empresa, mesmo contrariando a legislação eleitoral. “Conversei com o chefe da segurança, mostrei a legislação eleitoral, mas ele disse que estava se baseando no código de ética da Petrobrás”, disse o homem.

Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes, já foram registradas mais de 430 representações sobre assédio eleitoral nestas eleições. A postura vai de intimidação de perder o emprego até ameaça de a empresa fechar, em caso de vitória do oponente.

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