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“Seremos independentes em fertilizantes por fosfato”, diz Carballal

Presidente da CBPM disse que a expectativa é que a Bahia produza 25% de todo fertilizante do Norte e Nordeste

Lula Bonfim e Flávia Requião
Por Lula Bonfim e Flávia Requião
Carballal detalhou como será o processo de produção do fertilizante e antecipou ações de sustentabilidade
Carballal detalhou como será o processo de produção do fertilizante e antecipou ações de sustentabilidade -

Em lançamento de uma nova unidade de mineração, gerida pela Galvani Fertilizantes, nesta sexta-feira, 24, em Irecê, o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal, declarou que a Bahia vai se tornar independente da importação de fertilizantes a base de fosfato.

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“Hoje estamos lançando uma pedra fundamental para que já em dezembro de 2025, o estado da Bahia se torne independente da importação de fertilizantes a base de fosfato, mais que isso, vamos produzir 25% de todo o fertilizante que o Norte e Nordeste do Brasil precisa. É um grande avanço para o desenvolvimento da agricultura, para a gente de fato pode incrementar a nossa economia e poder atrair mais investimentos privados e dessa forma gerar empregos e a gente supere as dificuldades ao longo da nossa história”, declarou o gestor, durante coletiva de imprensa no encontro em Irecê.

Carballal também detalhou como será o processo de produção da empresa e antecipou ações de sustentabilidade.

“Esse é um projeto inovador, em primeiro lugar. Uma mina da CBPM, onde será retirado do solo fosfato, esse fosfato será, aqui no município de Irecê, mesmo fiscalizado, feito a sua concentração. É importante que as pessoas saibam que aqui não é apenas uma produção de um commodity retirado do solo, será retirado fosfato, uma indústria montada com alta tecnologia, um forno inovador que não vai gerar nenhum tipo de resíduo, não vai ter barragem de resíduos, ou seja, no ponto de vista do impacto ambiental é quase um zero. Nós vamos ter esse concentrado de fosfato aqui e será levado para o município de Luís Eduardo Magalhães, onde uma outra planta industrial irá transformar em fertilizante”, iniciou.

O presidente da CBPM também revelou que o subproduto gerado pelo fosfato resultará no calcário, que será reutilizado. “Nós vamos destinar 10 mil toneladas ano de calcário para agricultura familiar.”

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agricultura Bahia fertilizantes mineração sustentabilidade

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