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INVESTIGAÇÃO

Mandante da morte de Marielle tinha HD com delações contra ele, diz PF

HD foi encontrado pela Polícia Federal na casa de Domingos Brazão

Da Redação
Por Da Redação
Domingos Brazão é acusado de ter sido um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro
Domingos Brazão é acusado de ter sido um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro - Foto: Reprodução | CNN Brasil

Um novo relatório da Polícia Federal (PF) aponta que o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Brazão, preso desde março por suspeita de ordenar o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, mantinha um HD externo com informações sigilosas de delações premiadas contra ela.

Dentre os documentos sigilosos, havia os termos de declaração das delações do ex-presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes de Carvalho Júnior, e de seu filho, Jonas Lopes de Carvalho Neto. Os dois implicaram Brazão em um suposto esquema de corrupção que o levou à prisão em 2017, em um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro.

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De acordo com a PF, Brazão teria realizado ameaças aos delatores do caso que resultou em sua prisão em 2017.

O HD foi apreendido pela PF em março e seu conteúdo foi encaminhado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Na mesma operação, os policiais federais prenderam preventivamente Domingos Brazão, por suspeita de ter mandado matar Marielle Franco em março de 2018.

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