INQUÉRITO
Moraes manda PGR se manifestar sobre suposta interferência na PF
Ao deixar o governo Bolsonaro, Sergio Moro acusou o presidente de tentar interferir em investigações

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira, 27, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o relatório da Polícia Federal no inquérito que investiga suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na corporação.
"Abra-se vista dos autos à Procuradoria-Geral da República, para manifestação", escreveu Moraes. A PGR pode pedir o arquivamento do caso, mais diligências ou apresentar denúncia.
No relatório encaminhado ao Supremo, a PF aponta a inexistência de elementos na conduta de Bolsonaro que comprovem crime no caso. A investigação foi aberta depois de acusações contra o presidente feitas pelo ex-ministro Sergio Moro.
Ao deixar o governo Bolsonaro, Moro acusou o presidente de tentar interferir em investigações da Polícia Federal ao cobrar a troca do chefe da corporação no Rio de Janeiro e exonerar o então diretor-geral Mauricio Valeixo, indicado pelo próprio Moro.
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