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Operação Faroeste: STJ revoga prisão preventiva de falso cônsul

Decisão se estende à advogada Geciane Souza, esposa de Adailton Maturino

Da Redação
Por Da Redação
Caso foi julgado pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça
Caso foi julgado pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça - Foto: Divulgação | STJ

Por maioria de votos, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou nesta quarta-feira, 23, a prisão preventiva de Adailton Maturino dos Santos, o falso cônsul da Guiné-Bissau preso pela Operação Faroeste, que investiga um esquema de venda de sentenças no Oeste baiano.

Também foi suspensa a prisão preventiva da advogada Geciane Souza Maturino, esposa de Adailton.

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O falso cônsul é acusado de pagar propina a desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para obter a posse de terras no estado.

No julgamento no STJ, prevaleceu o entendimento do ministro João Otávio de Noronha, que destacou que todos os demais investigados estão em liberdade. “Não vejo risco para a investigação com a flexibilização da prisão. O que está me preocupando é que nós estamos criando uma prisão preventiva eterna”, afirmou Noronha, cujo voto foi seguido pelos ministros Jesuíno Rissato, Reynaldo Soares da Fonseca e Ribeiro Dantas.

Relator do caso, o ministro Ilan Paciornik votou pela manutenção das prisões preventivas.

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