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CPI 8/1

Presidente da CPMI não deve incluir investigação do caso das joias

“CPMI não foi criada para apurar atos de corrupção", diz Arthur Maia

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Relator da CPMI dos Atos Golpistas, Arthur Mais (União Brasil)
Relator da CPMI dos Atos Golpistas, Arthur Mais (União Brasil) - Foto: Fabio Pozzebom | Agência Brasil

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas, deputado federal Arthur Maia (União Brasil) sinalizou para a possibilidade de não incluir no escopo do colegiado as investigações sobre as joias sauditas recebidas pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

A hipótese foi levantada pela relatora da CPMI, deputada federal Eliziane Gama (PSD). A parlamentar defendia a averiguação da relação entre itens de luxo vendidos e o financiamento dos atos.

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“A CPMI não foi criada para apurar atos de corrupção", disse Maia pedindo que Eliziane traga pontos concretos que evidenciem a relação entre as duas questões.

A Polícia Federal, no entanto, iniciou nesta sexta-feira, 11, uma operação que tem como alvo aliados do ex-presidente.

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Arthur Maia CPI 8/1

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