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ELEIÇÕES

"Neto utiliza máquina pública da prefeitura", acusa João Roma

Candidato apoiado por Bolsonaro afirmou ainda que o ex-aliado tem "sufocado" a gestão do prefeito Bruno Reis

Lucas Franco
Por Lucas Franco
| Atualizada em

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João Roma foi aliado de ACM Neto (UB) antes de se tornar ministro da Cidadania do Governo Bolsonaro
João Roma foi aliado de ACM Neto (UB) antes de se tornar ministro da Cidadania do Governo Bolsonaro -

Ao ser perguntado se um eventual segundo turno na Bahia entre os pré-candidatos a governador ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) poderia reaproximá-lo do ex-prefeito de Salvador, o também pleiteante ao cargo, João Roma (PL), descartou escolher lado.

“Eu tenho caminhado nas ruas e o que eu vejo é um sentimento muito forte de mudança na população. Eu acredito que nós estaremos não apenas no segundo turno, mas trabalhando para transformar a realidade da história da Bahia”, disse Roma em entrevista ao Isso É Bahia, da rádio A TARDE FM (103.9 FM), na manhã desta segunda-feira, 2.

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O ex-ministro de Bolsonaro disse preferir ser discreto nas tratativas para formar alianças eleitorais, mas que o PTB e o PROS estão no seu horizonte. A discrição, segundo Roma, tem a ver com tomar cuidado com os concorrentes que lideram as pesquisas eleitorais.

“Eu enfrento dois grupos muito poderosos. De um lado o Governo do Estado, com toda a estrutura do PT, do outro está o ex-prefeito ACM Neto, que se utiliza da estrutura da Prefeitura de Salvador, porque ele deixou de ser prefeito, mas a prefeitura não saiu dele. Inclusive tem sufocado a gestão de Bruno Reis, utilizando claramente a estrutura da Prefeitura Municipal para suas articulações políticas, para seus interesses pessoais”, opinou.

As pré-candidaturas de ACM Neto (UB) e Jerônimo Rodrigues (PT) foram criticadas também quando o deputado federal defendeu seu ponto de vista sobre tributação.

“Um pesa muito a mão, foi assim na prefeitura, com a questão inclusive do IPTU, e o Governo Rui Costa tem cada vez mais acochado o cidadão baiano para ter insaciavelmente uma cobrança de impostos para que o Estado esteja cada vez mais com seus cofres abarrotados, mas sem isso se traduzir em benefícios para nossa população”.

Ao ser questionado sobre o fato de que a desoneração faz com que o Estado abra mão da receita, o que representaria consequências no serviço público e gratuito, Roma disse confiar que a iniciativa privada é suficiente para exercer o desenvolvimento da Bahia.

“Muitos baianos não tem trabalho de carteira assinada. Hoje tem mais gente recebendo o Auxílio Brasil na Bahia do que pessoas com carteira assinada. Os vetores de desenvolvimento do nosso estado [Bahia] não conseguem fluir porque não tem suporte do Estado, e tem um peso cada vez maior na parte burocrática, com impostos que pesam cada vez mais”, argumentou Roma, que mesmo reconhecendo que a reforma tributária se dá nacionalmente e que ela não andou, elogiou Bolsonaro por desonerações em setores como gás de cozinha.

Também na entrevista, Roma acusou o judiciário de exercer “ativismo”, ao falar sobre as declarações de Bolsonaro sobre o STF, e defendeu o trabalho que fez no Governo Federal.

“O Ministério da Cidadania apresenta três vezes o orçamento do Governo do Estado da Bahia. Então foi muita responsabilidade”, disse o pré-candidato a governador pelo PL. “Nós conseguimos com o auxílio de uma equipe competente e com o respaldo do presidente Bolsonaro fazer entregas importantes para a população, como o auxílio emergencial, desenvolver diversos projetos e liderar e implantar o Auxílio Brasil, que hoje faz chegar o mínimo de R$ 400 para mais de 18 milhões de famílias no Brasil”, completou.

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