ELEIÇÕES 2024
Pesquisa mostra que população de Feira reconhece trabalho, diz Colbert
Por Raul Aguilar

Com 22% das intenções das intenções de votos e em empate técnico com o candidato Zé Neto (PT), que conta com 29%, dentro de uma margem de erro de 4 p.p, o atual prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), avalia que o resultado no levantamento do grupo A TARDE, realizado pelo instituto Potencial Pesquisa, e divulgado nesta quinta-feira, 10, é um sinal de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no município.
“É um exemplo da manutenção do trabalho, do enfrentamento ao novo coronavírus fazendo o que é necessário. A manutenção de obras, dando sequência aos trabalhos mesmo no período da pandemia. O projeto do novo centro, obras em toda zona rural, distritos e por toda cidade”, destaca Martins.
Na análise da rejeição de votos dos feirenses, a pesquisa de A TARDE mostrou que o atual chefe do executivo de Feira de Santana é o segundo político mais lembrado negativamente, com 54% dos entrevistados afirmando que não votaria nele para estar à frente da prefeitura de Feira de Santana em 2021; Colbert está atrás apenas do deputado estadual José de Arimatéia (Republicanos), que conta com uma taxa de rejeição que chega aos 59%.
Questionado, o prefeito de Feira de Santana disse que a alta taxa reflete uma “rejeição por questões de ordem pessoal, um desconhecimento das pessoas” e “não por motivo de não trabalho ou da não execução das ações necessária para Feira”.
Um dos argumentos mais recorrentes entre os opositores de Colbert na disputa pela prefeitura da Princesa do Sertão é que houve um desgaste de sua gestão e que o sentimento geral na cidade é de mudança. Os pré-candidatos a prefeito Carlos Geilson (Podemos), José de Arimatéia (Republicanos) e Zé Neto (PT) são alguns dos que sinalizam o desgaste na gestão.
“Esse argumento é de quem participou o tempo inteiro da gestão e agora, por conveniência, estão apresentando candidaturas ou se aliando aos outros candidatos. Quando participavam da gestão não tinha desgaste. O desgaste acontece de quem procura, através desse argumento, cuspir no prato que comeu”, desabafa Martins.
Colbert seguiu afirmando que o discurso de desgaste e cansaço de sua gestão são “argumento políticos frágeis”, vindos principalmente de “figuras que participaram o tempo inteiro de governos anteriores” e que “não tem nada a renovar, mas pedras atirar”.
Trabalho avaliado
No quesito avaliação do governo, os dados mostraram que para 39% dos feirenses entrevistados, o trabalho do atual prefeito de Feira é ruim ou péssimo; Apenas 13% consideram ruim ou péssimo o trabalho de Rui Costa (PT) no município.
Martins avalia que a pesquisa acabou entrevistando pessoas que não foram impactadas pelas “obras importantes que a prefeitura fez e faz”, ou que foram e não souberam “diferenciar de quem é a execução”.
“Veja, durante esse período todo, o estado, aqui em feira, inaugurou uma área nova do Clériston Andrade. Em Feira, só da prefeitura, temos 177 obras em andamento, na zona urbana e rural. Fizemos o hospital de campanha em 45 dias. Entrevistaram pessoas que não identificaram ou que não conseguiram identificar ações da prefeitura e acreditaram que eram do estado”, opina o prefeito e pré-candidato pelo MDB.
Colbert criticou o governo do estado, afirmando que ele “fechou o Centro Industrial de Subaé” e que o “Centro de Convenções”, prometido há tempos, está “parado há 16 anos”. Ele criticou também a falta de investimentos no Aeroporto de Feira: “até hoje não investiram no Aeroporto João Durval Carneiro”.
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