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CRIME NO PARANÁ

Pré-candidatos ao governo repudiam assassinato de líder petista

Dentre os pré-candidatos ao governo baiano, apenas ACM Neto não se manifestou

Da Redação
Por Da Redação
Arruda (foto) foi morto a tiros enquanto comemorava seu aniversário
Arruda (foto) foi morto a tiros enquanto comemorava seu aniversário - Foto: Arquivo Pessoal

A morte de Marcelo Arruda, líder petista em Foz do Iguaçu, por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto comemorava seu aniversário, após uma semana de ataques em eventos políticos pelo Brasil, causou comoção entre os pré-candidatos ao governo baiano pelo temor que a intolerância política se traduza em uma escalada na violência no decorrer das eleições deste ano.

A exceção do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, pré-candidato do União Brasil, os outros quatro pretendentes ao Palácio de Ondina usaram as redes sociais para se manifestar sobre o assunto e repudiar o ato de violência.

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Nesta segunda-feira, 11, o deputado federal João Roma (PL), em um story da sua conta do Instagram lamentou o episódio e disse que “... o diálogo deve prevalecer, a violência, não”.

Imagem ilustrativa da imagem Pré-candidatos ao governo repudiam assassinato de líder petista
Foto: Reprodução | Instagram

O pré-candidato do Psol, Kléber Rosa, se manifestou em nota nesta segunda, 11, destacando que o crime foi decorrente de "violência política" e da "cultura de ódio" fomentada pelo presidente.

" Estou muito consternado com a barbárie que ocorreu. Marcelo era, inclusive, um membro ativo do Movimento dos Policiais Antifascismo, que é o movimento que eu também fundei junto com outros camaradas. É um absurdo completo o que aconteceu. Esse crime é mais uma demonstração da urgência de a gente derrotar Bolsonaro, para instituir uma cultura de paz no país", lamenta Kleber Rosa, ao prestar solidariedade aos familiares e aos amigos de Marcelo, e pedir punição e medidas enérgicas "para que outros crimes dessa natureza não voltem ocorrer durante o processo eleitoral", apontou Rosa que, em seu instaram, no domingo, 10, se manifestou relacionando o crime com a postura de Bolsonaro. “Os absurdos não param. Derrotar o bolsonarismo é urgente!”.

No mesmo dia, Jerônimo Rodrigues (PT), usou seu Twitter para repudiar o que chamou de ato fruto de “intolerância” e “violência política”. “Nosso repúdio à intolerância e à violência política! Minha solidariedade aos familiares e amigos do companheiro Marcelo Arruda, do PT de Foz do Iguaçu, assassinado na sua festa de aniversário por um militante bolsonarista. Um episódio gravíssimo e inaceitável!”.

Também no domingo, 10, Giovani Damico (PCB) condenou o ato em seu Twitter.

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ACM Neto Daniel Damico Jerônimo Rodrigues João Roma Kléber Rosa Marcelo Arruda

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