João Roma afirma que Bolsonaro terá palanque na Bahia em 2022 para 'defesa de legado'

Publicado quarta-feira, 08 de setembro de 2021 às 09:55 h | Atualizado em 08/09/2021, 09:57 | Autor: Redação

Ministro da Cidadania, e um dos braços-fortes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal licenciado João Roma (Republicanos-BA) projetou a necessidade de uma campanha ao governo do estado, que sirva de palanque para o governo federal, no 4º maior colégio eleitoral do país.

Cotado para ser o candidato de Bolsonaro na Bahia, Roma agradeceu ao presidente pela "confiança" durante entrevista ao programa Isso é Bahia, da rádio A TARDE FM (103.9), e listou as principais intervenções da gestão neste momento de aproximação com o estado.

"O presidente Bolsonaro tem feito muito pela Bahia e por isso tenho agradecido todo carinho com que ele tem tratado o povo baiano. Ações que por décadas estavam largadas na Bahia como por exemplo a duplicação da BR-101, que mesmo tenho governo federal e estadual do mesmo partido foi abandonada. Já conseguimos entregar trechos da BR-101 assim como da BR-116. Na última sexta-feira o presidente assinou o contrato da Fiol, que sem dúvida nenhuma é a obra mais importante de infraestrutura pro estado da Bahia, e vai viabilizar tanto o quesito da mineração como do escoamento do agronegócio, o que acarretará em mais riqueza e oportunidades para a Bahia", pontuou.

"No momento eu tenho me dedicado a essa que é a maior missão que a vida pública me reservou até agora. Ser o ministro da Cidadania e braço social do governo Bolsonaro, poder estar atuando para melhorar a vida de milhões de brasileiros. É um trabalho muito árduo ao qual eu tenho me dedicado, mas, até por questão de reconhecimento, sabemos que o presidente Bolsonaro não poderá não ter um palanque no estado da Bahia, que é o 4º maior colégio eleitoral do país. Então naturalmente o presidente terá um palanque que defenda seu legado e que possa caminhar com ele no pleito do próximo ano", disse.

À frente da reformulação do Bolsa Família, que passará a se chamar Auxílio Brasil e é uma das principais apostas de Bolsonaro para a reeleição, Roma negou que a prioridade dada ao programa contradiga a intenção anterior de Bolsonaro, sobretudo na época da campanha, de enxugar os gastos com programas assistencialistas pela máquina estatal. De acordo com ele, o novo programa terá como foco "emancipar" o cidadão e transformá-lo em um parceiro do governo federal ao invés de um dependente do mesmo.

"O presidente Bolsonaro não vê o assistencialismo e a dependência do cidadão do estado brasileiro com bons olhos. Mas quando falamos em emancipar esse cidadão, isso está em total sintonia com o que presidente defende e com grande entusiasmo percebem a necessidade do avanço de um programa social como o Auxílio Brasil. É um grande avanço nas políticas de transferência de renda e queremos dar com ele a oportunidade para que cada brasileiro consiga transformar a realidade em que se encontra".

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