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Ministro da Cidadania afirma que Auxílio Brasil chegará a 17 milhões de pessoas

Publicado às | Atualizado em 18/10/2021, 08:58 | Autor: Da Redação
Auxílio Brasil promete ser maior que o Bolsa-Família, chegando à R$300 mensais | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil | 14.10.2021
Auxílio Brasil promete ser maior que o Bolsa-Família, chegando à R$300 mensais | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil | 14.10.2021 -
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Segundo o ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista no último domingo, 17, o Auxílio Brasil deve beneficiar cerca de 17 milhões de pessoas com R$ 300 mensais. O programa de transferência de renda deve substituir o Bolsa Família no próximo mês e promete ser maior que o atual, que atende 14,6 milhões de pessoas, com pagamento médio de R$ 190 por mês.

Conforme comentou em entrevista à TV Brasil, João Roma afirma que o governo terá "zelo fiscal" na implementação do benefício. "Precisa ter muito cuidado e muito zelo na responsabilidade no quesito fiscal", declarou. Para o projeto do governo Bolsonaro, houve aumento nos gastos públicos para bancar o novo benefício voltado à população de baixa renda, esta que se tornou uma das bandeiras do atual presidente, em busca da reeleição em 2022.

A fonte dos recursos ainda não foi definida. João Roma lembrou que o Congresso ainda discute duas possíveis formas de financiamento: a PEC dos Precatórios, que pretende liberar parcela de recursos dentro do teto para bancar o gasto maior, e a Reforma do Imposto de Renda (IR).

Além disso, o governo está em busca de apoio do Sistema S, que inclui o Sesc e o Senac, para viabilizar a capacitação e inserção de pessoas em vulnerabilidade no mercado de trabalho. De acordo com o ministro, visa-se também a integração a outras políticas públicas, como o SUAS (Sistema Único de Assistência Social).

"A pandemia está passando, mas efeitos sociais da pandemia não estão passando. É natural que estado brasileiro dê essa resposta", disse Roma. Em sua avaliação, "o auxílio Brasil é uma evolução dos programas de renda executados no governo federal", declarou o ministro.

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