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Pacheco decide rejeitar impeachment de Alexandre de Moraes

Publicado quarta-feira, 25 de agosto de 2021 às 18:54 h | Atualizado em 25/08/2021, 19:04 | Autor: Da Redação
O senador, no entanto, ainda não formalizou a decisão, o que deve ocorrer ainda nesta nesta quarta | Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O senador, no entanto, ainda não formalizou a decisão, o que deve ocorrer ainda nesta nesta quarta | Foto: Roque de Sá | Agência Senado -
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decidiu rejeitar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, protocolado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O senador, no entanto, ainda não formalizou a decisão, o que deve ocorrer ainda nesta nesta quarta-feira, 25, de acordo com apuração do Blog da jornalista Natuza Nery, do G1. O Palácio do Planalto apresentou o pedido contra Moraes na sexta-feira, 20. 

Pacheco recebeu nesta quarta parecer da Advocacia-Geral do Senado considerando o pedido improcedente. Segundo o entendimento da área jurídica e do próprio senador, não haveria adequação à chamada Lei do Impeachment e, portanto, faltaria “justa causa” para acolhê-lo.

No documento enviado ao Senado, Bolsonaro disse que “não se pode tolerar medidas e decisões excepcionais de um ministro do Supremo Tribunal Federal que, a pretexto de proteger o direito, vem ruindo com os pilares do Estado Democrático de Direito. Ele prometeu a essa Casa e ao povo brasileiro proteger as liberdades individuais, mas vem, na prática, censurando jornalistas e cometendo abusos contra o presidente da República e contra cidadãoes que vem tendo seus bens apreendidos e suas liberdades de expressão e de pensamento tolhidas”.

No sábado, 14, Bolsonaro postou em suas redes sociais que entraria com pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. No entanto, interlocutores do presidente disseram à CNN que ele teria suspendido a apresentação do pedido contra Barroso.

A avaliação é a de que o embate com Barroso arrefeceu, e o próprio ministro do STF também, segundo assessores presidenciais, recuou.

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