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HUNGRIA

PGR não identifica tentativa de asilo de Bolsonaro na embaixada

Para Gonet, não ficou configurada tentativa de Bolsonaro pedir asilo político na representação diplomática

Da Redação
Por Da Redação
Procurador-geral da República, Paulo Gonet
Procurador-geral da República, Paulo Gonet -

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou e disse não ver motivos, no momento, para que Jair Bolsonaro (PL) seja preso ou sofra sanções mais graves por ter se hospedado na Embaixada da Hungria, quatro dias após ter o seu passaporte retido pela Polícia Federal.

Para Gonet, não ficou configurada tentativa de Bolsonaro pedir asilo político na representação diplomática. A manifestação, sem pedido de prisão, foi enviada na última semana ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pela CNN.

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“A estada pelo próprio relatado não caracteriza infringir nenhuma das medidas de cautela a que está sujeito. A expectativa aventada de busca de refúgio esbarra na evidente falta de pressupostos do instituto de asilo diplomático dadas as características do evento”, avalia Gonet.

Bolsonaro teve o passaporte apreendido pela Polícia Federal por ordem de Moraes em fevereiro na operação Tempus Veritatis, que teve como alvo o ex-presidente, ex-assessores e aliados, incluindo militares de alta patente.

“De toda sorte, o ex-presidente saiu espontaneamente da embaixada e manteve compromissos públicos nos dias que se seguiram”, continua o procurador-geral..

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Bolsonaro Embaixada da Hungria Paulo Gonet PGR

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