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Para aliados, Dilma demorou para rebater polêmicas

Publicado segunda-feira, 04 de outubro de 2010 às 18:34 h | Atualizado em 04/10/2010, 18:34 | Autor: Agência Estado
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Recordistas de voto no País, os recém-eleitos governadores do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), avaliaram hoje, ao chegar ao encontro com a candidata Dilma Rousseff (PT), que um dos erros da campanha presidencial no primeiro turno foi não rebater de imediato informações que circularam na internet sobre o posicionamento da petista com relação ao aborto.

"A estratégia usada pela campanha foi de não responder. Tudo isso ficou represado e depois virou uma onda de boatos, principalmente entre evangélicos e católicos", disse Eduardo Campos, ao sugerir que a campanha acione todos os interlocutores com os movimentos religiosos para ajudar a contradizer novas polêmicas. "Vamos juntar nossas tropas para desfazer os mal entendidos e as contrainformações", completou.

Para o senador Renato Casagrande, a campanha de Dilma deve assumir no segundo turno "compromissos mais claros". "Tem um mal estar criado, especialmente no movimento religioso. Tem que deixar claro a posição da Dilma e da campanha", disse.

Marina

Os dois também comentaram sobre a importância de buscar nessa etapa da eleição os votos dados a Marina Silva (PV) no primeiro turno. "A busca pelo apoio da Marina é importante. Mas o mais importante é a busca pelo apoio do eleitor", disse Casagrande.

Participam também da reunião o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes, acompanhado do irmão, deputado Ciro Gomes, ambos do PSB, além dos dois senadores eleitos no Estado, José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (PMDB). Ainda estão presentes Eduardo Braga (PMDB), eleito senador no Amazonas; e Edison Lobão (PMDB), senador reeleito no Maranhão.

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