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ATAQUE A FEDERAIS

Prisão em flagrante de Roberto Jefferson é convertida em preventiva

Político aliado de Bolsonaro disparou 50 tiros de fuzil contra agentes da Polícia Federal

Da Redação
Por Da Redação

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Roberto Jefferson é aliado de Bolsonaro
Roberto Jefferson é aliado de Bolsonaro -

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu a prisão em flagrante do ex-deputado Roberto Jefferson em prisão preventiva, que não tem prazo para deixar de vigorar. Com isso, a saída de Roberto Jefferson da prisão depende de uma nova decisão judicial.

Na decisão da prisão preventiva, Moraes afirmou que, após ter sido verificado que Jefferson tem um vasto arsenal de armas e munição, a detenção dele é necessária para a garantia da ordem pública.

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"Conforme já destacado, o preso se utilizou de armamento de alto calibre (fuzil 556), para disparar uma rajada de mais de 50 (cinquenta) tiros, além de lançar 3 (três) granadas contra a equipe da Polícia Federal. O cenário se revela ainda mais grave pois, conforme constou do auto de apreensão, foram apreendidos mais de 7 (sete) mil cartuchos de munição (compatíveis com fuzis e pistolas)", escreveu o ministro.

O ex-parlamentar é réu em ação onde são investigados atos anti-democráticos. No âmbito desse processo, Roberto Jefferson esteve preso em Bangu 8 entre agosto do ano passado e janeiro deste ano. Desde então, ele estava em prisão domiciliar. Seu retorno a uma unidade penitenciária foi determinado pelo STF por descumprimento de medidas cautelares. Entre outras determinações, ele estava proibido de postar nas redes sociais. Na sexta-feira, 21, em vídeo publicado na internet, Roberto Jefferson ofendeu a ministra Cármen Lúcia.

O caso

No domingo, 23, equipe da Polícia Federal incumbida do cumprimento do mandato de prisão foi surpreendida com a resistência do ex-deputado e foi recebida a tiros por Roberto Jefferson, que também lançou três granadas. Dois policiais ficaram feridos.

O mandado só foi cumprido oito horas depois, quando o ex-deputado se entregou após longa negociação. Pelo ataque, Roberto Jefferson foi indiciado pela PF por quatro tentativas de homicídio e poderá se tornar réu em um novo processo. O aliado de Bolsonaro disse também que se quisesse, "matava os policiais", mas que os agentes não tinham culpa das perseguições contra ele.

A Polícia Federal encontrou um farto arsenal de armamentos e munições na casa do ex-deputado. De acordo com imagens que circulam pela internet, foi possível visualizar munições de treino e um fuzil 556. Outras duas armas também foram registradas em vídeo.

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