PT baiano projeta resposta a Bolsonaro nas urnas: 'Derrota será acachapante'

Publicado terça-feira, 07 de setembro de 2021 às 14:47 h | Atualizado em 07/09/2021, 14:51 | Autor: Fernando Valverde

A visita do ex-presidente Lula, principal adversário político do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para 2022, à Bahia animou a bancada estadual do partido para a corrida eleitoral que já se desenha pra o próximo pleito.

Com o petista melhor colocado nas pesquisas de intenção de voto até então divulgadas, a legenda busca fechar alianças regionais e nacionais que permitam um avanço ainda mais expressivo contra a reeeleição de Bolsonaro.

"Lula veio para uma outra agenda, mas é claro que como ele é um ser político, tivemos reuniões com os partidos da base e debatemos 2022. Reafirmamos o compromisso do PT e de outros partidos de construir um grande palanque para Lula na Bahia. Temos muito orgulho de ter nosso estado como resistência a essa onda totalitária no país e temos certeza que em 2022 nós iremos ampliar a votação que tivemos em 2018 com o Haddad, com muita humildade, trabalho e sob a coordenação do governador Rui Costa", projetou o presidente estadual da sigla, Éden Valadares durante a manifestação do Grito dos Excluídos, na manhã desta terça, 7 de setembro.

"Bolsonaro não se cria na Bahia. Aqui a derrota será acachapante. Na última eleição ele já perdeu para Haddad e vai perder novamente pois será formada uma grande aliança do povo, com os partidos de centro e tudo isso vai desembocar em uma expressiva votação a favor do presidente Lula, sem alternativa para uma terceira via", disse o deputado estadual Robinson Almeida.

No estado, o PT em conjunto com os movimentos sociais, através da Secretaria de Movimentos Populares, mobilizou mais de 20 cidades para participar das manifestações pelo impeachment de Bolsonaro. Entre as cidades estão Cruz das Almas, Feira de Santana, Itabuna, Ilhéus, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso.

Em Salvador, a mobilização saiu do Campo Grande, segue em direção à Praça Castro Alves e conta com a participação de movimentos sociais, além de estudantes e trabalhadores, dentre outros.

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