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Randolfe Rodrigues pede CPI por esquema de propina no MEC

Senador apontou cinco possíveis crimes do ex-ministro MIlton Ribeiro e do presidente Jair Bolsonaro

Da Redação
Por Da Redação

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Randolfe indica e pede a investigação de possíveis crimes cometidos
Randolfe indica e pede a investigação de possíveis crimes cometidos - Foto: Antônio Cruz | Agência Brasil

Líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou um requerimento de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto esquema de propiina e tráfico de influência no Ministério da Educação, com a liberação de verbas para cidades que contavam com intermédio de pastores.

No requerimento, Randolfe indica e pede a investigação de possíveis crimes cometidos pelo agora ex-ministro Milton Ribeiro e pelo presidente Jair Bolsonaro. O religioso deixou o MEC na última segunda-feira, 28, diante da repercussão negativa de um áudio em que ele afirma liberar valores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para indicados por pastores.

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O senador apontou cinco suspeitas de crime envolvendo Milton Ribeiro e o presidente Jair Bolsonaro, quem ele indico ucomo "no mínimo, autor intelectual ou mandante dos atos criminosos" do ex-ministro. Pastores envolvidos no caso também são acusados por Randolfe.

"A distribuição de recursos públicos afetos à referida pasta ministerial não pode ser feita às escuras, sem a observância dos princípios constitucionais da impessoalidade e da eficiência, buscando beneficiar os amigos do rei. As verbas destinadas à educação não podem ficar na mão de agentes estranhos ao Estado, servindo de moeda de troca para angariar apoio político e ganhos indevidos", diz o pedido.

Os crimes apontados por Randolfe Rodrigues foram peculato, emprego irregular de verbas públicas, corrupção passiva, prevaricação e advocacia administrativa.

A revelação fez com que MIlton Ribeiro passasse a ser nvestigado na Polícia Federal por denúncias de envolvimento com um esquema de corrupção operado por pastores no ministério. O gabinete paralelo do MEC contou até mesmo com cobrança de propina em barras de ouro para a liberação dos recursos federais.

Para abrir uma CPI, o requerimento precisa contar com a assinatura de de 27 senadores e de decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

No Senador, Milton Ribeiro já foi convocado a se explicar em uma audiência na Comissão de Educação do Senado na próxima quinta-feira, 31.

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Tags:

Bolsonaro cpi MEC Milton Ribeiro randolfe rodrigues

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