POLÍTICA
Sobrinho de Bolsonaro é alvo de operação após ato golpista no DF
Léo Índio esteve em grupo que invadiu a traça dos Três Poderes
Por Da Redação

Léo Indio, sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi alvo da terceira fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada na manhã desta sexta-feira, 27. Índio teve mandado de busca e apreensão em endereços ligados a ele após ir ao ato terrorista do dia 8 de janeiro, em Brasília, e participou da invasão aos prédios dos Três Poderes.
O sobrinho de Bolsonaro postou fotos e vídeos no meio da invasão ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma das imagens, Índio aparece em cima do prédio do Congresso Nacional.
Ele tentou se eleger deputado distrital em outubro, mas teve apenas 1.801 votos e não conseguiu um assento na Câmara Legislativa do DF. Na sua vida política, também trabalhava na liderança do PL no Senado, mas foi exonerado em julho após ficar meses sem ir ao trabalho.
A operação
A corporação cumpre 11 mandados de prisão preventiva e 27 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), na terceira fase da Operação Lesa Pátria. Em última atualização, às 12h, a PF anunciou a prisão de cinco dos suspeitos.
A operação tem como objetivo identificar participantes, financiadores e fomentadores dos atos criminosos em Brasília, em especial o ataque à Praça dos Três Poderes, quando radicais invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. A primeira fase foi deflagrada na última sexta, 20.
Segundo a PF, os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
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