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SAJ: emissora diz que seguiu rigorosamente mapa de mídia do TSE

Veículo foi citado nos documentos apresentados pela campanha de Bolsonaro (PL)

Publicado quarta-feira, 26 de outubro de 2022 às 12:02 h | Atualizado em 26/10/2022, 13:40 | Autor: Da Redação
Material foi protocolado nesta terça-feira, 25, após Alexandre Moraes, presidente do TSE, ter dito que denúncia não tinha base documental e determinou a apresentação de provas
Material foi protocolado nesta terça-feira, 25, após Alexandre Moraes, presidente do TSE, ter dito que denúncia não tinha base documental e determinou a apresentação de provas -

Citada nos documentos apresentados pela campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para sustentar a denúncia de que a chapa de Luís Inácio Lula da Silva (PT) teria um número maior de inserções em emissoras de rádio, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste, a rádio Clube FM 92,7 de Santo Antônio de Jesus, se posicionou sobre o fato.

Edilson Oliveira, coordenador de programação da emissora, disse ao jornal O Globo, que no momento do contato, não sabia que a emissora havia "sido citada", e que "seguiu fielmente" o que foi enviado pelo TSE. Disse ainda que o veículo "não tem nenhum tipo de beneficiamento de nenhum candidato".

O material foi protocolado nesta terça-feira, 25, após Alexandre Moraes, presidente do TSE, ter dito que a denúncia não tinha base documental e determinou a apresentação de provas.

A campanha respondeu que havia apresentado um “estudo técnico parcial”, porque não tinha encerrada a compilação em todas as regiões do país. 

Ao TSE, a campanha de Bolsonaro descreve a metodologia utilizada no levantamento com uma descrição do serviço prestado pela empresa, porém não detalha como foi feita a coleta de dados, alegando a criação de um algoritmo que captura o áudio transmitidos pelas rádios na internet.

Uma amostra coletada em oito rádios na Bahia e no Pernambuco teria apontado que Lula teve um volume de 730 inserções a mais que o atual presidente e que a chapa do PT havia extrapolado o limite de 25 veiculações diárias diversas vezes.

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