CAMPANHA
CCR entrega mais de 2 toneladas de lacres às Obras Sociais Irmã Dulce
Este ano, a iniciativa alcança um marco significativo

Você já pensou em ajudar na compra de novas cadeiras de rodas para os pacientes das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid)? Para quem acha que isso é muito difícil ou caro, a campanha Lacre Solidário, promovida pela CCR Metrô Bahia, chega em mais uma edição para desmistificar essa ideia, mobilizando a população de Salvador em prol da Osid.
Este ano, a iniciativa alcança um marco significativo: a doação de mais de 2 toneladas de lacres de alumínio, que serão entregues nesta quinta-feira, 12, na sede da CCR, no bairro Calabetão.
Os interessados em colaborar podem levar lacres de alumínio a pontos de coleta distribuídos em estações de metrô e terminais de ônibus, como Lapa, Mussurunga e Pirajá. Para quem acumula grandes volumes, o Lacre Express oferece uma solução prática e gratuita.
O valor arrecadado com a venda desses lacres será destinado à compra de cadeiras de rodas, beneficiando pacientes atendidos pela OSID. Desde o início do projeto, aproximadamente 37 cadeiras de rodas já foram adquiridas, contribuindo para a mobilidade de pessoas com deficiência física.
Apesar do sucesso, a campanha ainda enfrenta desafios relacionados à adesão da população. "Já arrecadamos quase 6 toneladas de lacres, mas há oportunidades de ampliar a conscientização sobre o projeto", afirmou Sônia Aquino, coordenadora de Meio Ambiente e Qualidade da CCR Metrô Bahia. Ela destaca a importância de iniciativas como o Lacre Express, que recolhe doações em domicílio, mas que ainda possui baixa adesão.
O serviço de coleta gratuita busca lacres diretamente na casa dos doadores em Salvador, exigindo um volume mínimo de 5 kg (ou 15 garrafas PET cheias). No entanto, em 2024, apenas três solicitações foram realizadas, sinalizando a necessidade de maior divulgação.
Além de promover a solidariedade, a campanha também tem impacto ambiental. Até o momento, cerca de 4 toneladas de lacres foram desviadas de aterros e lixões, fomentando o ciclo sustentável do alumínio.
*Sob a supervisão da jornalista Hilcélia Falcão
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