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PÓS GREVE

Greve acaba em Salvador: trânsito para e vias travam; confira locais

Após o fim da greve, ônibus iniciam o retorno às ruas da capital. Veja o impacto no trânsito, os locais de maior lentidão e a situação atual da frota

Jair Mendonça Jr
Por
Avenida ACM (Iguatemi) registra fluxo intenso devido ao reposicionamento das linhas troncais
Avenida ACM (Iguatemi) registra fluxo intenso devido ao reposicionamento das linhas troncais - Foto: Rafaela Araújo | Ag. A TARDE

A greve dos rodoviários em Salvador terminou oficialmente às 8h20 desta sexta-feira, 22, após a categoria aceitar um reajuste de 4,11% em assembleia. Embora a frota esteja retornando às ruas, a saída simultânea dos veículos das garagens causa um efeito "gargalo" no trânsito da capital.

O acordo e o retorno da frota

Após oito horas de paralisação que impactou milhares de soteropolitanos, o Sindicato dos Rodoviários decidiu pelo encerramento do movimento.

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Além do reajuste salarial, o acordo inclui melhorias em condições como o intervalo de café, isenção parcial no plano de saúde e a criação de um grupo de trabalho com a Semob para discutir as cartas horárias.

Os coletivos começaram a deixar as garagens por volta das 7h, mas a normalização total do sistema é gradual.

Confira abaixo as áreas que registram maior lentidão neste momento

  • Avenida ACM (Iguatemi): fluxo intenso devido ao reposicionamento das linhas troncais.
  • Via Expressa e Acesso ao Comércio: retenção elevada causada pela convergência de ônibus e tráfego de passeio.
  • Região de Nazaré: entorno do local da assembleia ainda sofre com reflexos na circulação.
  • Bonocô e Paralela: consideradas os termômetros da cidade, estas vias apresentam lentidão acima do habitual para o horário.

Dicas de mobilidade para o usuário

A Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) recomenda que os passageiros utilizem aplicativos de transporte ou o metrô para trajetos de longa distância enquanto a frota completa não atinge a velocidade de cruzeiro esperada.

A fiscalização da Transalvador informou que segue monitorando os corredores críticos para mitigar os impactos desse "efeito cascata".

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