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Brasil terá laboratório de segurança máxima em 2026

Projeto Orion vai permitir pesquisas avançadas em patógenos

Da Redação
Por Da Redação
Imagem ilustrativa da imagem Brasil terá laboratório de segurança máxima em 2026
Foto: Ricardo Stucket / PR

Ainda sob o impacto da pandemia da Covid-19, que vitimou mais de 715 mil pessoas no país, o Brasil irá ganhar, a partir de 2026, um laboratório de segurança máxima, o primeiro do tipo na América Latina.

O equipamento, que foi batizado como Orion, ficará em Campinas, no estado de São Paulo, e é orçado em cerca de R$ 1 bilhão. Os fundos para a construção serão obtidos através do novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal, e a gestão do espaço será do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), organização social supervisionada pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).

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O laboratório Orion será o primeiro do continente a obter a certificação NB4, correspondente à máxima contenção biológica e destinado para instalações que lidam com patógenos perigosos, sejam vírus ou bactérias.

Até então, o maior índice atingido por um laboratório brasileiro era o NB3, que permite a manipulação de vírus como o SARS-CoV, que pertence à família do vírus causador da pandemia da Covid-19, e o HIV, causador da Aids. Já no NB4, patógenos agressivos e de alta mortalidade, como o vírus Ebola e o vírus Sabiá, serão estudados.

A instalação do Orion contará com uma estrutura de 24,5 mil metros quadrados e abrigará também laboratórios NB2 e NB3 que sejam certificados pelos padrões da OMS (Organização Mundial de Saúde).

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Tags

Biotecnologia Campinas CNPEM Covid-19 laboratório Orion NB4 PAC patógenos Pesquisa científica segurança biológica

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