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Vin Diesel é acusado de agressão sexual por ex-assistente

Crime teria acontecido em setembro de 2010, nos EUA, durante gravações de Velozes e Furiosos 5

Da Redação
Por Da Redação
Na ação, Asta Jonasson diz que foi contratada pela empresa de Diesel para trabalhar para o ator em locações na cidade americana de Atlanta
Na ação, Asta Jonasson diz que foi contratada pela empresa de Diesel para trabalhar para o ator em locações na cidade americana de Atlanta -

Uma ex-assistente do ator Vin Diesel entrou com uma ação judicial em Los Angeles, nesta quinta-feira, 21, onde acusa o acusa de agressão sexual que teria acontecido em setembro de 2010 durante as gravações de "Velozes e Furiosos 5: Operação Rio". A informação é da revista "Vanity Fair", que teve acesso aos documentos do processo.

Segundo o processo, a assistente tinha assinado um acordo de sigilo antes de começar a trabalhar com o ator e por essa razão decidiu não falar sobre o crime. O processo diz que ela foi fortalecida pelos movimentos #MeToo e Time’s Up, que a inspiraram a fazer "justiça pelo sofrimento que sofreu nas mãos de Vin Diesel".

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Na ação, Asta Jonasson diz que foi contratada pela empresa de Diesel para trabalhar para o ator em locações na cidade americana de Atlanta, onde o filme estava sendo produzido. O trabalho dela, que havia acabado de se formar em cinema, era organizar eventos e acompanhar Diesel em festas.

O processo alega que, em uma noite de setembro de 2010, ela estava em uma suíte de um hotel quando o ator "agarrou os pulsos um com cada uma das mãos e a puxou para a cama". Segundo o relato, ela pediu que ele parasse, escapou de suas mãos e saiu.

Ele se aproximou novamente e começou a apalpar e beijar seus seios. Asta contou que teve medo de recusar, porque ele era o chefe dela, mas garante que ele continuou a agressão sexual. No processo, é mencionado que "Vin Diesel caiu de joelhos, empurrou o vestido de Sra. Jonasson até a cintura e molestou seu corpo, passando as mãos pela parte superior das pernas".

Foi neste momento que ela começou a gritar e tentou fugir em direção ao banheiro. Segundo o processo, o ator a parou no meio do caminho e a imobilizou contra a parede, esfregando nela seu pênis ereto. Ela relata ter ficado com o corpo imóvel e ter negado várias vezes verbalmente.

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