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JUSTIÇA

Ação contra Claudia Leitte por intolerância religiosa tem nova decisão

Ela virou alvo do MP-BA após trocar o nome de Iemanjá por Yeshua, referente a Jesus, durante uma apresentação em 2024

Gustavo Nascimento
Por
Claudia Leitte no Carnaval de Salvador
Claudia Leitte no Carnaval de Salvador -

A cantora Claudia Leitte teve uma expressiva vitória no processo em que ela é acusada de cometer intolerância religiosa, ação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que pede a condenação da artista em R$ 2 milhões por dano moral coletivo.

Ela virou alvo do MP após trocar o nome da divindade de matriz africana Iemanjá por Yeshua, referente a Jesus, durante uma apresentação em 2024 da música Caranguejo, dos compositores Durval Luz, Nino Balla, Luciano Pinto e Alan Moraes.

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Em decisão divulgada nesta quinta-feira, 29, a Justiça da Bahia negou o pedido de tutela de urgência no processo, reconhecendo que não há evidências que justifiquem risco iminente de que a substituição feita pela cantora possa configurar ato de racismo ou de apropriação do patrimônio cultural das religiões de matrizes africanas.

“A substituição de um termo por outro, mesmo que motivada por convicção religiosa pessoal da intérprete, não conduz à conclusão automática de que há um discurso de ódio ou uma violação à dignidade da coletividade afro-religiosa que autorize intervenção nas apresentações artísticas”, destaca a juíza responsável pelo caso.

Apesar da decisão, o processo segue em andamento na Justiça.

Presença no Carnaval ameaçada?

Na época que aconteceu a polêmica, o Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (IDAFRO) entrou com um pedido ao MP-BA para que Cláudia Leitte fosse proibida de se apresentar no Carnaval de Salvador em 2025 por conta da denúncia.

A cantora, no entanto, se apresentou nos festejos do ano passado e está confirmada para se apresentar na capital baiana em 2026.

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Tags

carnaval Claudia Leitte Direitos Religiosos intolerância religiosa justiça

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