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Passarela no Itaigara deve ficar pronta em junho

Marta Erhardt, do A Tarde On Line
Por Marta Erhardt, do A Tarde On Line
| Atualizada em

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Até o final de junho a passarela da Avenida Antônio Carlos Magalhães, no trecho do Itaigara, deverá ser entregue à população. O prazo foi informado pelo presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), Euvaldo Jorge. A empresa é responsável pela construção do equipamento, resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Salvador e a Petrobras.

Orçada em cerca de R$1,5 milhão, a passarela terá 120 metros de comprimento e vai ligar a sede da empresa estatal ao Pituba Parque Center. Quem circula rotineiramente pelo local já percebe mudanças causadas pelas obras de construção do equipamento, como escavações e colocação de ferragens nos pontos onde ficarão as bases da passarela.

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A estrutura metálica do equipamento está pronta no galpão da Desal, de acordo com o presidente do órgão, Euvaldo Jorge. Ele explica que para a construção dos pilares alguns entraves dificultaram o trabalho. “Tivemos problemas no local com a rede da embasa que passava embaixo da área determinado para a construção do pilar. Foi preciso realizar a relocação desta rede, mudando o seu trajeto”, disse.

Para a construção dos pilares, o ponto de ônibus que funciona em frente ao Pituba Parque Center foi deslocado cerca de 100 metros. “Algumas coisas precisam ser modificadas para a realização das obras. Sabemos que causa alguns transtornos, mas será melhor para a cidade”, afirma Euvaldo Jorge.

Adriano Brito, 52, vende lanches na região onde as obras estão acontecendo e destaca que alguns clientes reclamam um pouco sobre a mudança do ponto de ônibus. “Tenho medo de que depois de pronta a passarela altere o movimento aqui no meu ponto”, disse.

Há seis anos vendendo lanches na região, Francisca de Souza, 35, diz que não ouve comentários sobre a construção. “A mudança que teve foi o ponto de ônibus, mas ninguém se queixou de nada sobre isso. Ninguém fica por lá mesmo. Só quando chove é que o povo vai se proteger”, afirma.

Marizete Barbosa, 31, trabalha em um laboratório no Itaigara e diariamente passa pelo local. Comenta sobre as mudanças: “Só quando chove que é ruim, porque aqui alaga e a proteção é mais pra baixo. Só que ninguém quer ficar lá”, relata.

A auxiliar administrativa Mirian Marques, 26, acredita que a alteração da rotina no local é necessária para a realização da obra. “Para mim a mudança do ponto de ônibus não trouxe problema. É uma obra importante aqui, porque vai melhorar a travessia dos pedestres. Muita gente atravessa aqui com o sinal aberto e com a passarela a travessia fica mais segura”, comenta.

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