SALVADOR
Passeata reivindica reconstrução de Terreiro

Leia também:
>>>Promotor diz que demolição do Terreiro Oyá Onipo Neto foi inconstitucional
>>>Sucom é obrigada a reconstruir terreiro
Representantes das entidades do movimento negro e dos terreiros de Candomblé se reúnem em uma passeata nesta tarde de quarta-feira, 5, no bairro do Campo Grande, reivindicando a reconstrução imediata do Terreiro Oyá Onipo Neto, localizado na Avenida Jorge Amado - Imbuí, parcialmente destruído na manhã de quarta-feira, 27, por volta das 8h30, por agentes da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom). Eles seguem com destino à Praça Municipal.
Entre os manifestantes, está presente o coordenador geral do Coletivo de Entidades Negras (Cen), Marcos Resende, que entrou em greve de fome, na última sexta-feira, 29, pelo desrespeito às religiões de matriz africana. Também estão presentes, o presidente da Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro-Ameríndia (AFA), Leonel Monteiro, e a mãe de santo Rosalice do Amor Divino, Mãe Rosa, 50 anos, responsável pelo terreiro, ainda muito abalada pelo acontecido, entre outros.
Um pedido de desculpas do prefeito e a permanência do terreiro no local são algumas das exigências da classe, como forma de reconhecimento pelos danos causados. Segundo Mãe Rosa, danos esse que trouxeram “Prejuízos simbólicos, espirituais e materiais”.
* Com informações de Juracy dos Anjos, do A TARDE.