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Polícia desarticula quadrilha de fraudes judiciais em quatro estados

A quadrilha atuava na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe

Redação
Por Redação
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A quadrilha atuava na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe.
A quadrilha atuava na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe. - Foto: Divulgação / Civil

A Polícia Civil da Bahia, em parceria com a Polícia Civil do Espírito Santo, realizou nesta quinta-feira, 28, a Operação "Caçada", que resultou na prisão de quatro suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em fraudes nos Juizados Especiais Cíveis. A quadrilha atuava na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe.

As investigações começaram em abril deste ano e revelaram que o grupo usava documentos falsificados para ingressar com ações judiciais fraudulentas contra bancos, operadoras de telefonia e concessionárias de energia elétrica. Eles alegavam negativação indevida dos nomes para obter indenizações. Com o suporte do Núcleo de Inteligência da 8ª Coorpin, os suspeitos foram localizados nos municípios de Vila Velha e Serra, no Espírito Santo.

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Imagem ilustrativa da imagem Polícia desarticula quadrilha de fraudes judiciais em quatro estados
Foto: Divulgação / Civil

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Nesta manhã, foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão. Um casal foi preso em uma casa na Rua Antônio Guedes, no bairro Morada da Barra, em Vila Velha, onde também foram encontrados documentos de identidade falsificados. O terceiro suspeito foi detido em outro imóvel na Rua Jaguarassu, na mesma região, onde estavam registros falsos e carimbos adulterados. Já o quarto integrante foi localizado em uma residência na Rua Acácia, no bairro Balneário de Carapebus, em Serra, e confessou sua participação nas fraudes.

Segundo os detidos, uma quinta pessoa, ainda não identificada, era responsável por obter os dados de negativados e produzir os documentos fraudulentos. Esses documentos eram então usados em ações judiciais movidas por advogados que desconheciam as irregularidades. Os lucros eram repartidos entre os membros do esquema.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e rastrear a origem dos dados utilizados no esquema. Os presos estão à disposição da Justiça.

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Tags

documentos falsificados Fraudes judiciais Operação Caçada organização criminosa Polícia Civil

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