ENTREVISTA
Mãe diz que repreende falas polêmicas de Davi no BBB: "vou corrigir"
"Ele vai ter chance de pedir desculpas", avalia Elisângela Brito

Davi Brito, motorista por app que está confinado no Big Brother Brasil 24, causou revolta nas redes sociais ao usar alguns termos e expressões consideradas ofensivas a alguns grupos.
Em todas as ocasiões que foi alertado, o brother se corrigiu e pediu desculpas. Quando afirmou ser "homem, não viado", ele foi alertado por Michel e pediu desculpas ao professor e ao público no confessionário.
Em outra ocasião, ele foi alertado por usar em excesso o termo 'sou homem' e já alterou para 'sou verdadeiro'.
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"Davi não tem peneira na mente. Precisamos levar em conta também que ele tem apenas 21 anos, é o mais novo da casa. Eu me vejo em Davi, pois antes fazia 10 coisas ao mesmo tempo", reflete Elisângela Brito, mãe do baiano, em entrevista ao Portal A TARDE.
"Acredito que até quando ele sair que ver a análise das pessoas, ele vai ter uma mudança. E eu, de primeira mão, vou corrigir. Ali é diferente, está na lata. Ele vai ter chance de pedir desculpas, mas na rede social as pessoas vão criticar. Teve palavras ali, não boto panos quentes, acredito que são corriqueiras, eu não uso, mas aqui se tornam corriqueiras".
Elisângela pontua que o aprendizado de Davi será útil também para outras pessoas que usam os termos.
"Até pessoas que falam o que Davi falou, hoje vão se ponderar e não falar mais. É como se fosse um exemplo ruim que serviu para as pessoas não falarem mais. Coisas que eram normais, mas hoje a gente sabe que, se é ofensivo, não devemos falar mais".
Elisângela pontua que o filho não vai se opor a se posicionar quando necessário.
"Davi não vai se ponderar na mente em votar em um camarote. A gente sabe que em Salvador o camarote é para quem tem condições de assistir o Carnaval de um ângulo melhor e na casa tem esse equilíbrio. Se tiver alguma situação de ir no confessionário e votar, ele não vai se inibir".
Elisângela também escolheu um elogio e um puxão de orelha que já pensa em dizer ao filho quando o encontrar.
"Elogiaria, sim, em algumas respostas que ele deu. Ele tem dado respostas a situações dentro da casa que estou achando surpreendente, eu nem saberia que meu filho ia responder assim".
Já o cartão vermelho fica ao uso de palavrões. "A conduta que Davi teve de palavrões. Isso sim. Eu entendo a pressão dentro da casa, mas eu não aprovo. Primeiro pelos princípios dos pais, que são cristãos, Davi também já frequentou a igreja. Então, mesmo pressionado tem que ter equilíbrio. Eu, particularmente, não gosto, tem palavrão que eu abomino".
Por fim, Elisângela se emocionou ao ser induzida a pensar no que dizer ao filho em uma possível oportunidade de poder entrar na casa por pouco tempo. Raquel e Elisângela Carlos também participaram. Confira o vídeo.
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