Após resgate de reféns, polícia segue perseguição a 'serial killer de Brasília'

Publicado quarta-feira, 16 de junho de 2021 às 08:04 h | Atualizado em 16/06/2021, 08:15 | Autor: Da Redação

A operação que conta com um efetivo de mais de 200 policiais segue em perseguição a Lázaro Barbosa Sousa, suspeito de matar uma família em Ceilândia, no Distrito Federal e que nesta terça-feira, 15, fez um casal e a filha de 16 anos refém na regial de Cocalzinho, em Goiás. Ele ficou conhecido na internet como 'serial killer de Brasília'.

Lázaro tem 32 anos e nasceu em Barra do Mendes, na Bahia. Seus primeiros assassinatos ocorreram quando ele ainda tinha 19 anos de idade. Sua ficha criminal inclui ainda estupros, roubo, latrocínio e porte ilegal de arma de fogo. 

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O secretário de segurança pública de Goiás, Rodney Miranda, forneceu detalhes sobre a última perseguição e o resgate da família feita de refém. Segundo o secretário, Lázaro Barbosa teria levado a família para um rio, onde iria matá-los, seguindo uma espécie de ritual.

“Ele leva para beira do rio, manda tirar as roupas e uns ele acaba matando. Acredito que esse seria o destino dessa família hoje. Houve um confronto e ele teve a oportunidade de ver os policiais chegando. Quando chegaram muito perto, ele atirou. Atingiu um policial no rosto e fugiu pulando um barranco. Os policiais salvaram a vida dessa família, se eles não tivessem chegado poderia ter acontecido o pior", informou Rodney Miranda durante entrevista coletiva.

Lázaro Barbosa fez a familía refém passar por momentos de terror, chegou a deitá-los no chão e os cobrir com folhas para evitar a polícia.

Durante o resgate, dois policiais foram baleados. O primeiro policial foi ferido pela manhã, no povoado de Edilândia, em Cocalzinho de Goiás, nas proximidades do DF. O segundo agente foi baleado por volta das 15h, na mesma região e precisou ser encaminhado de helicóptero para um hospital em Anápolis, a 55 km de Goiânia.

De acordo com Corpo de Bombeiros, os militares foram atingidos com tiros de raspão e estão sendo atendidos em hospitais goianos.

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