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CONDENADO POR HOMICÍDIO

Goleiro Bruno vai à Justiça em busca de indenização de R$ 3 milhões

Ex-jogador do Flamengo diz ter sofrido danos morais e materiais por publicação de livro

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Na petição, Bruno alega que não recebeu “um centavo” pela obra e que houve uso indevido de sua imagem
Na petição, Bruno alega que não recebeu “um centavo” pela obra e que houve uso indevido de sua imagem -

O goleiro Bruno Fernandes acionou a Justiça para conseguir indenização da Editora Record, que publicou em 2014 o livro “O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio”, contando detalhes sobre o caso que resultou na prisão do ex-jogador.

Condenado a 22 anos por homicídio triplamente qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, o ex-jogador do Flamengo diz ter sofrido danos morais e materiais com a publicação da obra e cobra R$ 3 milhões de indenização.

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Na petição, Bruno alega que não recebeu “um centavo” pela obra e que houve uso indevido de sua imagem. O caso corre na 31ª Vara Cível do Rio de Janeiro e uma audiência de conciliação está marcada para o dia 15 de setembro.

Solto desde 2019 ao conseguir progressão de pena para o regime semiaberto por meio de decisão da Justiça de Minas Gerais, Bruno voltou a jogar profissionalmente no Atlético Carioca, da quarta divisão do Campeonato Estadual do Rio, e abriu recentemente uma loja de açaí em São Pedro da Aldeia, cidade próxima a Cabo Frio.

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Tags

Bruno Fernandes Editora Record indenização

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