PRONUNCIAMENTOS
Mãe e irmão de Eliza Samudio falam após passaporte ser encontrado
Especulações nas redes sociais sugerem que a mulher poderia estar viva

Por Gustavo Nascimento

Rumores e especulações de que Eliza Samudio poderia estar viva começaram a surgir nas redes sociais após o passaporte dela ter sido encontrado por um homem em Portugal. Diante da repercussão, Sonia Moura e Arlie Moura, mãe e irmão de Eliza, respectivamente, se manifestaram sobre o tema.
Procurada pela reportagem do jornal O TEMPO, Sonia confirmou que tomou conhecimento do encontro do passaporte da filha, mas deixou claro que não pretende se pronunciar por agora. Ela afirmou que qualquer posicionamento só será feito quando ela e seus advogados atestarem a veracidade do documento.
Também ao jornal O TEMPO, o irmão de Eliza afirmou que o episódio “mexeu com o psicológico” e trouxe novamente à tona a história da irmã. “O passaporte é da Eliza. Agora é preciso investigar se ele foi perdido, se houve roubo, o que aconteceu em relação a isso”, declarou Arlie.
Ele também contou que não sabe o motivo de o passaporte estar em uma casa alugada em Portugal.
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A defesa de Bruno Fernandes de Souza informou que ele não vai se manifestar sobre o tema. Em 2023, o ex-goleiro - condenado como mandante do homicídio - chegou a levantar dúvidas sobre o desfecho do crime, afirmando ter questionamentos e dizendo que foi obrigado a se calar à época.
Eliza Samudio está viva?
Apesar das especulações nas redes sociais, Arlie Moura disse que não acredita na teoria de que Eliza Samudio estaria viva e morando na Europa. Segundo ele, os fatos apurados pela polícia que apontam o envolvimento do goleiro Bruno na morte da irmã são bastante “convincentes”.
“Seria bom se realmente ela estivesse viva, mas temos que esperar para saber o que aconteceu, aguardar as autoridades darem esse veredito pra gente. A gente torce, mas, pelos fatos que foram passados na época, acho difícil de ser verdade”, disse ele.
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Ele ainda afirmou que conviveu pouco tempo com a irmã, que morreu em 2010, quando ele tinha apenas 12 anos. Eles moraram juntos em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, quando Arlie tinha apenas 1 ano e Eliza tinha 14. Pouco tempo depois, ela voltou para Foz do Iguaçu, no Paraná, para morar com o pai, enquanto ele permaneceu com a mãe.
“A gente perdeu contato quando ela veio para São Paulo, por volta de 2008 ou 2009. Foi a última vez que tenho recordação de a gente se encontrar”, disse.
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