MUDANÇA DRÁSTICA
Atletas trocam esporte por conteúdo adulto e faturam milhões de reais
Mudança tem sido impulsionada pela falta de retorno econômico consistente

Cada vez mais, atletas têm encontrado fora das arenas esportivas uma forma mais lucrativa de ganhar dinheiro. O que antes era um corpo moldado exclusivamente para performance passou a ser utilizado como principal ativo financeiro em plataformas digitais.
A mudança tem sido impulsionada pela dificuldade de transformar anos de dedicação ao esporte em retorno econômico consistente.
A australiana Renee Gracie, de 28 anos, decidiu encerrar sua trajetória no automobilismo profissional após enfrentar dificuldades financeiras.
Em busca de maior estabilidade, passou a produzir conteúdo adulto na internet e afirma ter alcançado ganhos milionários com a nova atividade.
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No futebol, a inglesa Madelene Wright, 25, também redirecionou sua carreira. Após episódios extracampo afetarem sua permanência no esporte, ela encontrou nas plataformas digitais uma fonte de renda mais vantajosa, chegando a lucrar mais do que quando atuava profissionalmente.
A tendência também se reflete no fisiculturismo, modalidade que exige altos investimentos em alimentação, treinos e competições, mas nem sempre garante retorno financeiro. O norte-americano Nick Trigili, de 40 anos, observa que muitos atletas têm buscado alternativas fora dos palcos, justamente pela falta de previsibilidade nos ganhos dentro do esporte.
No Brasil, o ex-fisiculturista Rafael Martinz, de 24 anos, seguiu um caminho semelhante. Após anos de dedicação intensa sem retorno proporcional, ele optou por migrar para plataformas de conteúdo adulto. Segundo relata, a decisão se mostrou financeiramente vantajosa: em menos de um ano, o faturamento ultrapassou R$ 2 milhões.
O movimento revela uma transformação no perfil de carreira de atletas, que passam a enxergar no ambiente digital uma alternativa mais rentável e previsível do que o esporte profissional tradicional.
“Passei anos vivendo uma rotina extremamente rígida, investindo alto no meu corpo e competindo, mas sem retorno financeiro real. Hoje eu consigo ganhar em um mês o que não ganhava em anos no fisiculturismo, com liberdade para trabalhar de onde quiser”, destacou.
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