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EM SALVADOR

Ativistas exaltam desfile de blocos afro: “capital da negritude”

Léo Kret do Brasil e influenciadora "Intelectual Diferentona" comemoraram evento que lotou o Centro Histórico

Por Bianca Carneiro e Edvaldo Sales

25/11/2023 - 19:01 h
Ativistas elogiaram o desfile
Ativistas elogiaram o desfile -

Palco de um verdadeiro carnaval antecipado, o Centro Histórico foi tomado de pessoas que foram curtir a passagem dos blocos afro no último dia do Festival Salvador Capital Afro, neste sábado, 25. O desfile reuniu nomes como Olodum, Ilê Aiyê, Araketu, Malê Debalê, Muzenza, Filhos de Gandhy, Didá, Filhas de Gandhy, Cortejo Afro, A Mulherada e Bloco da Capoeira.

Presente no evento, a ativista LGBTQIA+ Léo Kret do Brasil celebrou a representatividade da festa. “Como pessoa preta da periferia, criada na cultura da música da nossa cidade de Salvador e vivendo na cidade mais preta do Brasil, fico muito orgulhosa”.

Ela elogiou as ações da Prefeitura de Salvador e do Ministério da Cultura, liderado pela baiana Margareth Menezes. “A nossa cidade é um celeiro de grandes culturas e que precisa ser prestigiado e dado mais valor, eu acho que está caminhando muito bem para poder essa valorização chegar, então vamos aqui esperar porque a esperança é a última que morre”.

A influenciadora e professora universitária Bárbara Carine, também conhecida como "Intelectual Diferentona", também compartilhou suas reflexões sobre a valorização da cultura em Salvador e no Brasil. Ela destacou a estrutura populacional de pessoas negras na cidade, enfatizando que Salvador já é, por natureza, uma capital afro e elogiou a extensa grade de atividades e programações culturais organizadas neste mês de novembro.

“Eu acho que colocou a Bahia não só no centro de um pólo turístico no novembro negro, mas também situa ainda mais a Bahia e Salvador, especificamente, como essa grande capital da negritude fora do continente africano. E eu acredito que isso vai se estender sim. Eu acho que é o marcador do novembro que é importante, mas eu entendo que essas manifestações são um ponto de partida para longos processos de reafirmação da nossa cultura na nossa cidade ao longo do ano”.

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