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PIB veio “bem acima” do esperado, comemoram Lula e Haddad

O resultado foi divulgado nesta sexta-feira, 1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Da Redação
Por Da Redação
Haddad deu entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo
Haddad deu entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo - Foto: Antônio Cruz | Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,9% e fechou o ano de 2023 com resultado “ bem acima” do esperado pelo governo federal. Totalizando R$ 10,9 trilhões no ano passado, o PIB foi motivo de comemoração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Economia Fernando Haddad.

“Fazendo um retrospecto do ano passado, o PIB veio bem acima do que nós esperávamos. Esperávamos um PIB superior a 2% no começo do ano passado. Nós quase chegamos a 3% de crescimento”, afirmou Haddad em entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo.

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No X (antigo Twitter), Lula também comemorou o resultado e ironizou a previsão de analistas do mercado no início de 2023. “O PIB do Brasil cresceu 2,9% em 2023, segundo o IBGE. Vocês lembram que a previsão de alguns era 0,9%?”.

O resultado do PIB foi divulgado nesta sexta-feira, 1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e registrou crescimento na agropecuária (15,1%), na indústria (1,6%) e em serviços (2,4%). O PIB per capita alcançou R$50.193,72 em 2023, um avanço real de 2,2% ante o ano anterior.

“Muita gente imaginava que, em virtude da política monetária muito restritiva, o PIB do segundo semestre iria cair. Houve aposta de que haveria uma desaceleração a ponto de termos uma pequena retração na economia”, complementou o ministro.

A taxa de investimento em 2023 foi de 16,5% do PIB, enquanto em 2022 registrou 17,8%. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 15,4% em 2023 (ante 15,8% de 2022). Segundo o ministro, isso impactará com o aumento da confiança do investidor e do consumidor .

“A economia desacelerou, a taxa de juros continua entre as mais altas do mundo, mas não o suficiente para nos tirar do entorno dos 3%. Fechar em 2,9% é bastante positivo para o Brasil. Passa para o mercado nacional e internacional e para o cidadão uma confiança na economia brasileira”, destacou Haddad.

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