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PIB veio “bem acima” do esperado, comemoram Lula e Haddad

O resultado foi divulgado nesta sexta-feira, 1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Da Redação

Por Da Redação

01/03/2024 - 17:25 h

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Haddad deu entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo
Haddad deu entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo -

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,9% e fechou o ano de 2023 com resultado “ bem acima” do esperado pelo governo federal. Totalizando R$ 10,9 trilhões no ano passado, o PIB foi motivo de comemoração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Economia Fernando Haddad.

“Fazendo um retrospecto do ano passado, o PIB veio bem acima do que nós esperávamos. Esperávamos um PIB superior a 2% no começo do ano passado. Nós quase chegamos a 3% de crescimento”, afirmou Haddad em entrevista coletiva no escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo.

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No X (antigo Twitter), Lula também comemorou o resultado e ironizou a previsão de analistas do mercado no início de 2023. “O PIB do Brasil cresceu 2,9% em 2023, segundo o IBGE. Vocês lembram que a previsão de alguns era 0,9%?”.

O resultado do PIB foi divulgado nesta sexta-feira, 1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e registrou crescimento na agropecuária (15,1%), na indústria (1,6%) e em serviços (2,4%). O PIB per capita alcançou R$50.193,72 em 2023, um avanço real de 2,2% ante o ano anterior.

“Muita gente imaginava que, em virtude da política monetária muito restritiva, o PIB do segundo semestre iria cair. Houve aposta de que haveria uma desaceleração a ponto de termos uma pequena retração na economia”, complementou o ministro.

A taxa de investimento em 2023 foi de 16,5% do PIB, enquanto em 2022 registrou 17,8%. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 15,4% em 2023 (ante 15,8% de 2022). Segundo o ministro, isso impactará com o aumento da confiança do investidor e do consumidor .

“A economia desacelerou, a taxa de juros continua entre as mais altas do mundo, mas não o suficiente para nos tirar do entorno dos 3%. Fechar em 2,9% é bastante positivo para o Brasil. Passa para o mercado nacional e internacional e para o cidadão uma confiança na economia brasileira”, destacou Haddad.

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