NOVOS ARES
Ex-treinador do Bahia, Renato Paiva acerta com o Botafogo para 2025
Português vai acompanhar a final da Recopa Sul-Americana com John Textor
Por Redação

Após tentativas frustradas para trazer um novo treinador há dois meses, o Botafogo fechou a contratação do português Renato Paiva para comandar a equipe para 2025. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal ge.
Ele vai substituir o compatriota Artur Jorge, campeão Brasileiro e da Libertadores de 2024. Ex-Bahia, essa será a sua segunda experiência no futebol brasileiro.
Morador do Rio de Janeiro desde o fim do ano passado, Paiva vai assistir o jogo contra o Racing ao lado do presidente John Textor, no Engenhão, válido pela decisão da Recopa Sul-Americana.
O último trabalho do profissional de 55 anos foi no Toluca, do México. Por lá, teve uma boa campanha na primeira fase, sendo o vice-líder da Liga Mexicana. Porém, a eliminação na fase decisiva foi a gota d'água para a direção dos Diablos Rojos.
Passagem pelo Bahia
Primeiro treinador da era City, Renato Paiva teve uma passagem com baixo aproveitamento e cercada de polêmicas com a imprensa, além das reclamações por parte da fiel torcida tricolor. Foram 51 jogos no comando do Esquadrão, com 20 triunfos, 15 empates e 16 derrotas – aproveitamento de 49% -, além do título estadua.
Em entrevista ao jornal "O Jogo", Paiva deu detalhes sobre o que motivou seu pedido de demissão. Ele citou a intromissão de outros departamentos e a relação ruim com um diretor de performance.
“Colocaram uma pessoa na liderança do departamento de performance que não estava em sintonia conosco. A partir de determinada altura, essa pessoa entrou em conflito permanente com o nosso preparador físico, houve um desconforto muito grande”, disse Paiva.
O treinador também demonstrou descontentamento com o diretor de futebol Carlos Santoro e o CEO do Bahia, Raul Aguirre.
“Não gostei do silêncio da estrutura do Bahia em relação à contestação externa que me foi feita. Comecei a sentir que as pessoas, o diretor esportivo, o CEO, etc, não defendiam o treinador quando este era atacado”.
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