MUNDO
Irã ameaça matar Netanyahu após nova onda de ataques de Israel
Ofensiva ocorre em meio à escalada do conflito entre os dois países

As Forças de Defesa de Israel afirmaram ter iniciado uma nova onda de ataques em larga escala contra alvos no Irã. De acordo com o comunicado divulgado pelos militares israelenses, os bombardeios atingem alvos no oeste e no centro do território iraniano.
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã voltou a ameaçar o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. A ofensiva ocorre em meio à escalada do conflito entre os dois países.
Entre os principais objetivos do bombardeiro estariam:
- sistemas de mísseis balísticos
- bases de lançamento de drones
- estruturas ligadas à infraestrutura militar iraniana
Israel também afirma ter identificado e eliminado uma célula de lançamento de mísseis, cujos operadores teriam sido vistos fugindo durante o ataque.
Irã ameaça Netanyahu
Em comunicado, a Guarda Revolucionária iraniana declarou que pretende “continuar a perseguir e matar” o primeiro-ministro israelense. O grupo também reivindicou ataques com mísseis e drones contra alvos em Israel e bases militares dos Estados Unidos na região.
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Segundo o jornal The Times of Israel, mísseis lançados pelo Irã atingiram áreas do centro do território israelense. O serviço de resgate Magen David Adom informou que duas pessoas ficaram levemente feridas após explosões causadas por mísseis balísticos.
Irã afirma ter atingido instalações em Israel
Autoridades iranianas também disseram que ataques teriam atingido:
- o quartel-general da polícia
- um centro de comunicações via satélite
O governo de Israel não comentou oficialmente essas alegações até o momento.
Explosões também foram registradas no Golfo
Relatos de jornalistas da AFP indicam que fortes explosões foram ouvidas em Manama, capital do Bahrein. Segundo autoridades locais, o país interceptou e destruiu 125 mísseis e 211 drones lançados pelo Irã desde o início do conflito.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que nenhum país deveria ampliar o conflito. Em conversa com o chanceler francês Jean-Noël Barrot, o diplomata pediu que as nações adotem uma postura responsável diante da escalada militar.
Araghchi também declarou que o Estreito de Hormuz segue aberto à navegação, exceto para embarcações de países considerados inimigos pelo governo iraniano.
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