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Anistia: requerimento de urgência não deve ser pautado

Decisão foi dita pelo Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para aliados

Redação
Por Redação
Manifestantes exibiram faixas pedindo anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro
Manifestantes exibiram faixas pedindo anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro - Foto: Miguel SCHINCARIOL / AFP

Em aviso a aliados, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou que não vai pautar o requerimento de urgência do projeto de lei que anistia os condenados pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023, conforme antecipou a CNN.

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A urgência foi protocolada pelo PL na última semana, com o apoio de 264 deputados e precisa ser pautada pelo presidente da Casa para ser analisada.

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Os deputados de esquerda e de centro têm avaliado a possibilidade de revisar as penas excessivas e pretendem discutir o texto, no entanto, não querem a aprovação da anistia ampla e irrestrita.

O presidente da Casa vem buscando diálogo com representantes dos Três Poderes para chegar a uma alternativa de consenso, já que o governo é contrário à proposta. Neste mês, já ocorreram reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com Bolsonaro.

Entenda

A alternativa de colocar a pauta no requerimento de urgência, significa que o projeto de lei poderá ser analisado diretamente pelo plenário da Câmara, sem necessidade de passar por comissões temáticas ou especiais.

Caso vá para a votação, o documento precisa de maioria absoluta, ou seja, 257 votos para ser aprovado.

O projeto está parado desde outubro, quando, próximo ao dia da votação na CCJ, o então presidente da Câmara, Arthur Lira, deu novo despacho para que o texto fosse analisado em outras comissões. Desde então, a comissão especial nunca foi instalada.

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8 de janeiro anistia hugo motta requerimento de urgência

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