MGF compara situação da diretoria do Bahia com a do governo

Ex-presidente do Bahia acredita que momento é de mudança no clube e na gestão estadual

Publicado quinta-feira, 17 de março de 2022 às 19:05 h | Atualizado em 17/03/2022, 19:05 | Autor: Lucas Franco
Marcelo Guimarães Filho foi deputado federal pelo MDB e é pré-candidato a deputado federal pelo UB
Marcelo Guimarães Filho foi deputado federal pelo MDB e é pré-candidato a deputado federal pelo UB -

Destituído da presidência do Bahia em 2013, após processo que culminou em eleições diretas para presidente no clube e criação de novo estatuto, Marcelo Guimarães Filho fez críticas ao atual momento do time, eliminado na primeira fase do Campeonato Baiano nesta quarta-feira, 16. “O projeto fracassou. Isso está claro nos resultados em campo, nos últimos três anos, esse fracasso vem se repetindo. A torcida está saturada, não dá para enganar mais”, disse MGF em evento em que foi anunciada a aliança entre ACM Neto (UB) e João Leão (PP), no Hotel Fiesta de Salvador, nesta quinta-feira, 17. O ex-prefeito de Salvador é pré-candidato a governador e o atual vice-governador foi anunciado como pré-candidato ao Senado.

“É preciso dar vez a outras pessoas, oxigenar o clube, da mesma forma que na política partidária. Dezesseis anos do grupo que está aí [em referência aos quatro mandatos do PT no governo estadual], pelo que eu vejo na rua, a movimentação é de mudança. A mesma coisa precisa acontecer lá [no Bahia]”, opinou MGF, embora, segundo ele próprio, seu período na política do Esporte Clube Bahia tenha acabado. “Foi um ciclo da minha vida que se fechou, continuo torcedor. Lá em casa eu sempre digo que o quarto dos meus filhos é todo de Bahia. Continuo torcendo e que as coisas melhorem em campo”.

Ex-deputado federal pelo MDB e atual pré-candidato a deputado federal pelo União Brasil (UB), MGF disse não enxergar que a projeção do futebol possa ajudar ou prejudicar em uma eleição. “Eu acho que um clube de futebol populariza muito a pessoa que está na presidência [do clube], por motivos óbvios, mas não há uma transformação em voto, ou de tirar voto da pessoa”.

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